Colégio de Veterinários de Andorra regista 34 membros no primeiro aniversário
Na assembleia de aniversário, o COVA homenageou cinco pioneiros. A presidente Jael Pozo destacou vitórias como a nova disposição legal para dispensa de medicamentos e contributos para políticas de bem-estar animal.
Pontos-chave
- COVA regista 34 membros (29 ativos, 5 não praticantes) um ano após criação.
- Homenageia cinco pioneiros com adesão honorária, incluindo fundadores do Prat de la Creu.
- Jael Pozo cita desafios de habitação e idioma na contratação; colabora com ministérios.
- Garante clareza legal na dispensa de fármacos e influencia leis de bem-estar animal.
O Colégio Oficial de Veterinários de Andorra (COVA) atinge 34 membros na assembleia de aniversário, em meio a desafios de pessoal
O Colégio Oficial de Veterinários de Andorra (COVA) inscreveu 34 membros — 29 ativos e cinco não praticantes — durante a sua assembleia geral ordinária na quarta-feira, um ano após a sua criação.
O encontro homenageou também cinco pioneiros da profissão com adesão honorária e cartões numerados do colégio. Os distinguidos foram Casimir Arajol Farràs, que ajudou a criar o Departamento de Agricultura e centrou-se na medicina animal; os irmãos Vicenç e Francesc Alay, figuras-chave na fundação do Hospital Veterinário Prat de la Creu; Maria Lluïsa Roquet, criadora do hospital; e Jesús Muro, conhecido pelo seu trabalho na ONG Daktari, que apoia clínicas veterinárias em África. Vicenç Alay e Roquet ausentaram-se do evento.
A presidente do COVA, Jael Pozo, abordou as dificuldades de pessoal antes da assembleia, declarando aos jornalistas que a contratação continua desafiante, mas não crítica, ao contrário de setores como a medicina. Apontou problemas como as restrições habitacionais em Andorra e os requisitos linguísticos de nível B2, ao mesmo tempo que destacou as recentes aberturas de novos centros no país, que melhoram o acesso aos cuidados de animais de companhia. Pozo disse que o colégio está a colaborar com os ministérios do Interior, da Saúde e do Ambiente para atrair profissionais de topo. Ainda não existe nenhum estudo que avalie as necessidades futuras face ao aumento da posse de animais de estimação.
Pozo delineou sucessos legislativos, incluindo uma disposição adicional na lei farmacêutica que garante clareza legal para os centros veterinários dispensarem medicamentos animais. O colégio influenciou também projetos de lei sobre bem-estar e proteção animal, com muitas propostas adotadas. Irá integrar um novo comité técnico e científico sobre bem-estar, com especialistas em bioética.
Persistam preocupações sobre o acordo de associação, que Pozo disse afetar 70% das matérias veterinárias, incluindo o acesso à profissão, contratações, novos centros e medicamentos. O COVA planeia levantar estas questões numa reunião no próximo mês. Pozo enfatizou o papel do colégio como parceiro chave para o governo e o parlamento, avançando iniciativas de saúde global.
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