Grupo Turístico de Andorra Retoma Processo Judicial Contra Revogação de Licenças em Vendas de Imóveis
Após rejeições judiciais anteriores por falta de casos reais, vendas recentes ativaram a norma, levando a um novo recurso agendado para terça-feira.
Pontos-chave
- Associação liderada por Àlex Ruiz vai processar revogação automática de licenças em vendas de imóveis.
- Recursos anteriores falharam por falta de casos reais; agora ativados por vendas recentes.
- Ruiz argumenta que regulamento anula licença no momento da conclusão da transação.
- Caso pode impactar mercado de arrendamentos de curta duração em Andorra, rigidamente controlado.
Os tribunais de Andorra vão decidir em breve se um apartamento turístico perde a sua licença de exploração aquando da venda, na sequência de um novo desafio judicial da Associação de Alojamentos Turísticos.
A associação, liderada pelo presidente Àlex Ruiz, planeia apresentar uma nova ação judicial na próxima terça-feira contra regulamentos que revogam automaticamente a licença turística de um imóvel quando este é vendido. Isto surge após tentativas anteriores de anular a regra terem falhado em vários níveis judiciais.
Anteriormente, o tribunal penal da Batllia e o Tribunal Superior rejeitaram o primeiro recurso da associação. Decidiram que não existia um caso real de um imóvel ter perdido a licença devido a uma venda, o que minou a reivindicação. O Tribunal Constitucional recusou mais tarde ouvir um recurso, afirmando que não havia necessidade de examinar potenciais violações da constituição.
Essa posição parece agora desatualizada. Vendas recentes ativaram a aplicação da regra, levando a associação a retomar a ofensiva. Falando à Andorra Televisió, Ruiz confirmou que assinaria a nova queixa, argumentando que o regulamento anula uma licença de uso turístico no momento em que a transação do imóvel é concluída.
O resultado poderá esclarecer o futuro do mercado de arrendamentos de curta duração em Andorra, onde as licenças são rigidamente controladas em meio a debates contínuos sobre pressões habitacionais e turísticas. As autoridades não comentaram o caso iminente.
Fontes originais
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