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Governo da Andorra Aprova Pagamento de 1,35 M€ à Concessionária do Heliporto Apesar de Atrasos nas Obras

O Governo da Andorra aprovou um pagamento de 1 354 845 € à Heliports d’Andorra 360, concessionária do heliporto nacional de La Caubella, a 1 de abril, apesar dos atrasos contínuos nas obras de

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ARABon DiaDiari d'AndorraAltaveu

Pontos-chave

  • Governo da Andorra aprova pagamento de 1,35 M€ à Heliports d’Andorra 360 pelos atrasos no heliporto de La Caubella.
  • Pagamento cobre inflação, ultrapassagens de custos e realocação do circuito de BTT conforme riscos contratuais.
  • Projeto atrasado de 18 para quase 30 meses; custos totais agora 12 M€ após contributo inicial estatal de 5 M€.
  • Concessão permite ao Estado financiar até 75 % do orçamento original de 10 M€ em casos especificados.

O Governo da Andorra aprovou um pagamento de 1 354 845 € à Heliports d’Andorra 360, concessionária do heliporto nacional de La Caubella, a 1 de abril, apesar dos atrasos contínuos nas obras de construção.

ascended ao BOPA sem anúncio oficial prévio, aborda resultados operacionais negativos anuais no âmbito da concessão de 30 anos. Segue a cláusula segunda do contrato e a matriz de riscos do anexo 3, abrangendo os riscos 6 e 7 — atualizações de preços de construção e variações de custos de materiais — e o risco 18, relacionado com a realocação do circuito de BTT. As autoridades indicam que estes fatores, incluindo a inflação e aumentos de preços incontroláveis, estão fora da responsabilidade da concessionária.

as obras iniciaram-se em novembro de 2023 com um objetivo de 18 meses, mas estenderam-se para quase 30 meses, com a conclusão do equipamento prevista para junho. Engenheiros visitaram recentemente o local avançado durante a sua assembleia anual. Fontes governamentais estimam os custos totais da infraestrutura em 12 milhões de euros, com base numa contribuição inicial do Estado de 5 milhões de euros. Enquadram o pagamento como um acerto ou encerramento do projeto.

contrato permite ao Estado financiar até 75 % do orçamento de construção original de 10 milhões de euros em cenários especificados. Em anos rentáveis, o operador paga uma canon de 10 % do EBITDA sem posto de controlo de fronteira policial ou 15 % com ele.

As autoridades insistem que não existem problemas de financiamento mais amplos, embora algumas empresas de construção reportem atrasos nos pagamentos.

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