Ministra do Andorra anuncia incentivos para arrendamentos acessíveis com benefícios fiscais e isenções urbanísticas
A Ministra da Presidência, Economia, Trabalho e Habitação do Andorra, Conxita Marsol, anunciou planos para finalizar acordos com as comunas em dois meses sobre incentivos para habitação de
Pontos-chave
- Ministra do Andorra anuncia benefícios fiscais e isenções urbanísticas para arrendamentos acessíveis, exigindo rendas reguladas por 10-15 anos.
- Visa residentes de baixos rendimentos em meio a faltas causadas por investidores estrangeiros e crescimento populacional de 1,9%.
- Planos incluem 650 unidades públicas, reconversão de 500 apartamentos turísticos e regulamentos de co-living.
- Regras mais duras para residência passiva financiam projetos sem parar investimentos desejáveis.
A Ministra da Presidência, Economia, Trabalho e Habitação do Andorra, Conxita Marsol, anunciou planos para finalizar acordos com as comunas em dois meses sobre incentivos para habitação de arrendamento acessível. Estes incluem benefícios fiscais como alterações aos impostos sobre os inquilinos ou IGI sobre materiais de construção, juntamente com isenções de planeamento urbanístico como necessidades reduzidas de escavação, estacionamento no rés-do-chão e pisos extra. Os imóveis devem manter rendas reguladas durante 10 a 15 anos para se qualificarem, visando residentes com poder de compra limitado que apoiam o crescimento económico.
Conxita Marsol priorizou os arrendamentos durante uma mesa redonda sobre «Investimento, Mercado e País» organizada pelo espaço de co-working Hive Five, mas deixou a porta aberta a medidas semelhantes para compras de habitação acessível a preços controlados abaixo das taxas de mercado. «Estamos a estudar alterações fiscais, taxas mais baixas e ajustes urbanísticos para incentivar os proprietários a construir a preços razoáveis», disse ela, notando que o governo está a trabalhar com as comunas e planeia apresentar propostas em breve. Os promotores privados desviaram-se maioritariamente dos arrendamentos nos últimos anos, agravando as faltas impulsionadas por investidores estrangeiros dispostos a pagar prémios apesar do dobro de impostos sobre compras de imóveis no estrangeiro.
A ministra descreveu o crescimento populacional de 1,9% em 2025 como razoável, favorecendo uma expansão sustentável através de atividades de baixo consumo de recursos em vez de paragens abruptas defendidas por alguns partidos. As iniciativas em curso incluem uma meta de 650 unidades de habitação pública até ao final do mandato legislativo, uma lei-omnibus que reconverte 500 apartamentos turísticos para arrendamento ou venda, e mais de 1000 cartas enviadas a proprietários de imóveis vazios para aumentar a oferta. O programa para primeiros compradores recebeu 27 candidaturas, com a diretora do INH, Marta Alberch, a notar um forte interesse e consultas.
As regras para co-living, que delineiam padrões mínimos para quartos privados mais pequenos e espaços partilhados como áreas de jantar e cozinhas dimensionadas para o número de residentes, são esperadas dentro de um mês após consultas a partes interessadas. Marsol comparou o seu potencial ao impacto do co-working, chamando-lhe uma forma de reduzir custos e promover a vida social. O CEO da Bomosa, Marc Taló, descreveu o co-living como uma possível solução para a crise, enquanto Pere Augé disse que poderia libertar habitações tradicionais e minimizou riscos de desregulação súbita de rendas, citando os fluxos anuais de 1500 novos residentes como a pressão principal.
Maanam Aouraghe, da Autoridade Financeira Andorrana, enfatizou regras mais rigorosas para residência passiva — limiar de investimento de 1 milhão de euros, mais mais de 100 mil euros em depósitos e impostos para imóveis acima de 800 mil euros — que geram fundos para projetos públicos sem restringir fluxos desejáveis. Taló defendeu atrair investidores focados em empreendimentos de longo prazo, enquanto Aouraghe instou a definir o modelo de investimento preferido do Andorra.
Fontes originais
Este artigo foi agregado a partir das seguintes fontes em catalao:
- Bon Dia•
El Govern prepara un programa per incentivar la construcció de pisos de lloguer assequible
- La Veu Lliure•
El Govern ultima un programa per impulsar la construcció de pisos de lloguer assequible
- El Periòdic•
Marsol anuncia acords amb els comuns per promoure lloguer assequible amb una proposta prevista en dos mesos
- El Periòdic•
Marsol anuncia acords amb els comuns per lloguers d’habitatge assequible amb una proposta que es vol tancar en dos mesos
- Altaveu•
Marsol obre la porta a incentivar la construcció de pisos de compra a preu assequible