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Polícia de Andorra Regista Oito Casos de Fraude de Falso CEO em 2024

Golpistas que se fazem passar por executivos causaram prejuízos de 700-3000 euros por incidente desde janeiro; duas tentativas recentes foram frustradas por funcionários alerta.

Sintetizado a partir de:
Diari d'AndorraARABon DiaAltaveu

Pontos-chave

  • Oito casos de fraude de falso CEO registados desde o início de 2024, prejuízos de 700-3000 euros cada.
  • Duas tentativas recentes bloqueadas por funcionários, sem danos.
  • Golpistas imitam líderes/fornecedores, exigem dinheiro, pagamentos pessoais ou códigos de cartões Apple.
  • Prevenção: Verificar por canais oficiais, rejeitar pedidos de transferência não solicitados.

A polícia de Andorra registou oito casos de fraude de falso CEO desde o início de 2024, com prejuízos entre 700 e 3000 euros por incidente. Nas últimas semanas, identificaram duas tentativas adicionais que os funcionários bloquearam com sucesso, evitando danos financeiros.

Esta burla telefónica visa trabalhadores em empresas, retalhistas e serviços, fazendo-se passar por líderes da empresa ou fornecedores. Os autores usam detalhes precisos sobre o negócio para ganhar confiança e depois pressionam o pessoal com exigências urgentes — como liquidar uma fatura em atraso ou libertar um pedido crítico. Frequentemente pedem transferências de todo o dinheiro disponível nas caixas ou cofres.

Quando não há dinheiro disponível, os golpistas incitam as vítimas a cobrir os custos do seu bolso ou a comprar cartões pré-pagos Apple em montantes variados, partilhando depois fotos dos códigos de resgate. Os burlões preparam-se minuciosamente, começando com pedidos modestos para testar a conformidade antes de escalar. Exploram a pressa e o medo, e as autoridades alertam para o possível uso de IA para clonar vozes de alvos.

A polícia sublinha que nenhuma empresa ou entidade pública está imune. As medidas de prevenção incluem rejeitar chamadas não solicitadas como legítimas, confirmar detalhes por canais internos estabelecidos, contactar diretamente os números conhecidos dos executivos e recusar todas as transferências ou partilhas de códigos para telemóveis ou contas desconhecidas — quer para fins pessoais quer profissionais.

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