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Aristot, até aqui vice‑presidente, assume imediatamente na 23.ª edição do fórum da EFA em Soldeu, sucedendo a

Daniel Armengol, que se demite após quase quatro anos.

Sintetizado a partir de:
ARADiari d'AndorraEl Periòdic

Pontos-chave

  • Aristot sucede Daniel Armengol e inicia funções imediatamente após anúncio no 23.º fórum em Soldeu.
  • Conselho mantém-se maioritariamente inalterado; um ou dois membros podem ser substituídos por menor presença em Andorra.
  • Armengol mantém-se no conselho e agradeceu aos membros, refletindo sobre quase quatro anos de liderança.
  • Prioridades da EFA: controlo da dívida pública, aumento da despesa, custo de vida, revisão de pensões, competitividade das PME, formação de jovens e digitalização.

Daniel Aristot foi anunciado como o novo presidente da Empresa Familiar Andorrana (EFA) no 23.º fórum da organização em Soldeu e afirmou que iniciaria imediatamente as suas funções, sucedendo Daniel Armengol.

Aristot, que desempenhava o cargo de vice‑presidente, disse que houve um intervalo em que Armengol permaneceu em funções «para garantir uma transição calma e sensata». Confirmou que o novo conselho será maioritariamente de continuidade, com apenas um ou dois membros a serem substituídos por estarem menos presentes no Principado por razões profissionais. Armengol continuará a integrar o conselho.

Aristot disse que a EFA trabalha a partir de um plano de rota de longa data, regularmente atualizado para refletir os desafios atuais. O novo conselho analisará os itens já em cima da mesa e poderá fazer ajustes, mas ainda não foram definidas mudanças específicas.

Armengol anunciou a sua saída durante o seu discurso habitual antes do almoço do fórum, afirmando que fechava um capítulo após quase quatro anos à frente da associação e que o mandato do conselho chegara ao fim como previsto na assembleia de maio. Desejou sucesso ao novo presidente e conselho e descreveu a liderança da EFA como uma experiência «privilegiada» e altruísta.

Nas suas palavras de despedida, Armengol agradeceu aos membros o apoio, expressou gratidão e orgulho pelo trabalho da organização e pediu desculpa «se o meu tom foi alguma vez inadequado ou se a minha mensagem foi por vezes mal direcionada». Agradecou também ao chefe do Governo, Xavier Espot, que assistiu ao fórum, por ter ouvido os pedidos da EFA.

Durante o fórum, Armengol revistou as questões em que a associação se centrou ao longo do ano, incluindo o controlo da dívida pública, o aumento da despesa, o custo de vida, a necessidade de rever o sistema de pensões e o reforço das empresas familiares no meio das negociações para um Acordo de Associação com a UE. Exortou à preparação para o novo contexto internacional, sublinhando a prudência financeira, melhorias na produtividade e diversificação, e apoio à formação de jovens, digitalização e competitividade, em particular para as pequenas e médias empresas familiares.

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