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Negocios·

Avatel Telecom inicia nova redução de empregos que afeta grande parte da força de trabalho

Empresa de telecomunicações espanhola Avatel, agora sob controlo andorrano, lança ERO para até 1195 postos de trabalho em meio a desafios económicos, logo após adquirir a Parlem.

Sintetizado a partir de:
Altaveu

Pontos-chave

  • Avatel inicia ERO visando 1195 dos 1800 funcionários em grande parte das operações.
  • Segue aquisição da Parlem e cortes anteriores de 600 empregos há um ano.
  • Liderada por Víctor Rodríguez; culpa condições económicas difíceis.
  • Sindicatos criticam timing em negociações de novo acordo de empresa.

A Avatel Telecom, agora controlada por um family office andorrano e anteriormente com a Andorra Telecom como acionista, lançou um novo procedimento de extinção de postos de trabalho (ERO) para cortar empregos em grande parte da sua força de trabalho.

O anúncio surge dias após a empresa revelar que adquiriu uma participação maioritária na operadora catalã Parlem. Segue-se uma ronda importante de redundâncias há exatamente um ano, quando cerca de 600 funcionários saíram através de saídas negociadas. A Avatel, liderada pelo natural de Encamp Víctor Rodríguez, contactou os sindicatos esta semana para delinear mais reduções em meio ao que descreveu como condições económicas desafiantes.

O grupo emprega cerca de 1800 pessoas no total. Os centros de trabalho afetados, que abrangem a maioria das suas operações, contam com cerca de 1195 funcionários. Sindicatos citados na comunicação social espanhola disseram que o número exato de potenciais perdas de emprego ainda não está claro nesta fase.

Representantes dos trabalhadores expressaram frustração por o ERO coincidir com negociações em curso para um novo acordo de empresa. Chamaram-lhe uma profunda falta de tacto e desrespeito pelos trabalhadores.

A Avatel expandiu-se rapidamente nos últimos anos, começando na Costa del Sol em Espanha e adquirindo pequenas operadoras regionais para construir uma rede de fibra que serve um número crescente de clientes em múltiplos territórios. Esse crescimento agressivo, no entanto, parece ter levado a uma sobrestaffing, com funções duplicadas e excessivas que os cortes de 2024 não abordaram totalmente. Os sindicatos notaram a necessidade de amortizar esses postos à medida que a empresa se ajusta à sua escala.

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