Voltar ao inicio
Negocios·

Assinatura final do acordo de convenção coletiva do hospital SAAS pendente devido a revisões detalhadas em

bónus de desempenho, apesar de amplos endossos; ação judicial sobre pagamentos retroativos também adiada.

Sintetizado a partir de:
Diari d'AndorraAltaveuEl Periòdic

Pontos-chave

  • Assinatura do Acordo adiada pela revisão linha a linha da interventora dos detalhes DPO para conformidade legal.
  • Processo considerado 'expresso' em 9-10 meses vs calendário do ano anterior; secção económica finalizada antes de 30 de setembro.
  • Comité dos trabalhadores confirma necessidade de revisões; algumas disposições de equilíbrio trabalho-vida ativas desde 1 de janeiro.
  • Ação judicial de 150 funcionários por pagamentos DPO 2012-2022 adiada para meados de abril devido a questões processuais.

O acordo de convenção coletiva do hospital SAAS aguarda ainda a assinatura final devido a ajustes em curso nos bónus de desempenho (DPO), apesar de endossos dos trabalhadores, da direção, do governo e da Inspeção do Trabalho.

A diretora-geral do hospital, Meritxell Cosan, afirmou na quinta-feira que o processo avança num "formato expresso", embora ligeiramente atrás das expectativas iniciais. Elogiou a interventora delegada pelo SAAS por identificar falta de detalhe nos DPO do rascunho, o que levou a alterações para garantir segurança jurídica. "A interventora está a fazer o seu trabalho, a rever o acordo linha a linha para que não cometamos um erro na assinatura definitiva", explicou Cosan. Notou que o rascunho inicial adiara os pormenores dos DPO para uma comissão paritária posterior para acelerar o progresso, mas a Intervenção insistiu na resolução imediata. Cosan enfatizou o alinhamento entre a direção e a maioria do comité dos trabalhadores, apelando à cautela para evitar erros formais.

A presidente do comité dos trabalhadores, Eva Font, ecoou isto, confirmando que certos elementos precisavam de definições mais claras, levando a revisões e resets parciais do processo. A equipa finalizou a secção económica antes de 30 de setembro para encaixar no ciclo orçamental de 2026, passando depois para os aspetos não financeiros. O documento de quase 100 páginas, incluindo anexos, enfrenta revisões sequenciais pelo departamento de intervenção, conselho de administração e Inspeção do Trabalho — cada uma podendo demorar um mês em meio a cargas de trabalho concorrentes. Font qualificou o prazo de 9-10 meses como "ágil e praticamente expresso", contrastando com o processo de um ano do acordo de 2022. Expressou gratidão pela paciência dos participantes e previu uma implementação iminente com todas as proteções legais.

Contas sindicais anteriores apontavam uma interventora sem nome como o obstáculo, com o representante do ramo da saúde da USdA, Àlex Bandera, a notar que os trabalhadores procuraram razões junto de Cosan, que os remeteu para a interventora sem mais detalhes.

Algumas disposições, incluindo melhorias no equilíbrio trabalho-vida, estão em vigor desde 1 de janeiro.

Em separado, uma audiência a meio de abril avizinha-se para a ação judicial coletiva de cerca de 150 funcionários que reclamam pagamentos retroativos de DPO de 2012-2022. Uma sessão de informação na terça-feira delineou atrasos devidos a mudanças de juízes e questões processuais desde a data original de junho. O advogado Eduard Coll descreveu os adiamentos como "inexplicáveis", destacando que 21-24 testemunhas iniciais foram reduzidas a seis por uma decisão recente que ele contestou. A defesa do SAAS aceita um decreto de descongelamento de bónus mas alega que um acordo subsequente os omite; Coll argumenta que os direitos persistem sem renúncias explícitas dos trabalhadores. Criticou a direção e o ministério por evitarem negociações, notando que o plano de carreiras cobre cerca de 30% do suplemento enquanto os bónus representam 70%, e avisou que os atrasos estão a gerar ansiedade generalizada.

Partilhar o artigo via