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Inflação na Andorra atinge 2,8% em novembro de 2025, máximo do ano

O IPC anual da Andorra subiu para 2,8% em novembro, mais 0,1 pontos face a outubro, impulsionado por custos de habitação e transportes, apesar de pressões nucleares a moderarem-se.

Sintetizado a partir de:
Diari d'AndorraBon DiaEl PeriòdicAltaveu

Pontos-chave

  • IPC anual atinge 2,8%, subida mensal de 0,3%
  • Custos de habitação +5,2% homólogo devido a subidas de rendas
  • Transportes +1,2% homólogo por combustíveis mais caros
  • Inflação nuclear estável em 3,1%, acumulado do ano em 2,7%

A inflação anual dos preços ao consumo na Andorra atingiu 2,8% em novembro de 2025, o nível mais elevado do ano e mais 0,1 pontos percentuais face a outubro, segundo os dados finais do Departamento de Estatística.

O índice de preços ao consumo (IPC) mensal subiu 0,3%, com habitação, água, gás, eletricidade e outros combustíveis a liderarem o aumento com 5,2% em termos homólogos, devido a subidas persistentes nos rendas. Os custos de transportes subiram 1,2% anualmente, por causa de preços mais elevados de combustíveis e lubrificantes. Alimentação e bebidas não alcoólicas avançaram 0,4 pontos para 1,9%, refletindo subidas acentuadas em leite, queijo, ovos e frutas — produtos que tinham registado descidas notáveis em novembro de 2024, ampliando a comparação homóloga.

A inflação nuclear, excluindo energia e produtos frescos, manteve-se estável em 3,1%, 0,3 pontos acima da taxa geral. A inflação acumulada até novembro situou-se em 2,7%, ligeiramente abaixo da de outubro.

Influências moderadoras incluíram uma descida de 0,5 pontos na categoria de bens e serviços diversos para 4,5%, devido a preços mais baixos em alguns efeitos pessoais. Entre os grupos especiais, os produtos petrolíferos caíram 1,9% em termos homólogos, uma melhoria face ao mês anterior, enquanto a energia no conjunto recuou 0,9%. Os produtos frescos subiram 2,4% anualmente.

Relativamente aos vizinhos, a taxa de 12 meses da Andorra ficou aquém dos 3,0% de Espanha, mas superou os 0,9% de França. Os estatísticos destacaram pressões persistentes de habitação e mobilidade, ao lado de uma moderação relativa noutras áreas.

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