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Ministro defende protecção da raça bovina autóctone para assegurar o sector

Com capacidade de produção limitada, o sector pecuário deve competir pela qualidade, rastreabilidade e valor acrescentado, e não pelo volume.

Sintetizado a partir de:
Diari d'Andorra

Pontos-chave

  • Sector é pequeno em termos internacionais e depende de uma raça bovina autóctone distinta.
  • Competitividade deve vir da qualidade, rastreabilidade e valor acrescentado, não do volume.
  • Medidas específicas necessárias para apoiar criadores e salvaguardar diversidade genética.
  • Combinação de conservação da raça com estratégia de qualidade é o caminho para viabilidade a longo prazo.

Guillem Casal, Ministro do Gado, afirmou que o sector bovino local é pequeno em comparação com os padrões internacionais e assenta numa raça autóctone distinta que deve ser protegida. Enfatizou que a preservação dessa raça é uma prioridade para o futuro do sector.

Casal observou que a capacidade de produção é limitada, pelo que a competitividade não pode depender do volume. Em vez disso, argumentou, a vantagem do sector deve vir da qualidade — padrões mais elevados, rastreabilidade e valor acrescentado que distinguem os produtos locais nos mercados de nicho.

A protecção da raça e do conhecimento associado à criação, disse ele, exige medidas específicas para apoiar os criadores e salvaguardar a diversidade genética. Essas medidas devem visar a manutenção de efectivos viáveis, ao mesmo tempo que promovem práticas sustentáveis que reforcem a identidade do sector.

Segundo Casal, a combinação da conservação da raça com uma estratégia centrada na qualidade é o caminho para a viabilidade a longo prazo do sector bovino do país.

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