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Ramaders d’Andorra aprova orçamento de 2,3 milhões de euros para 2026 e prevê 1,7 milhões em vendas de carne

A empresa pública projeta um aumento de 9,1% nas vendas de carne para 1,7 milhões de euros e um crescimento de 4,5% no orçamento total para 2,3 milhões de euros em 2026, com alguns cortes.

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Pontos-chave

  • Vendas de carne previstas em 1,7 milhões de euros para 2026, +9,1%; mais de 1,4 milhões pagos aos agricultores.
  • Orçamento total de 2,3 milhões de euros, +4,5%; transferências do governo de 65.805 euros (+2%).
  • Receitas com rações previstas em 573 mil euros (-6,8%), despesas com rações planeadas em 495 mil euros.
  • Custos com pessoal de 231.218 euros (+0,75%); investimentos de 15.500 euros, incluindo 7.500 euros em software de rastreabilidade.

A Ramaders d’Andorra projeta vendas de carne no valor de 1,7 milhões de euros para 2026, um aumento de 9,1% face aos cerca de 1,5 milhões de euros orçamentados para o ano anterior. O orçamento total da empresa pública ascende a 2,3 milhões de euros, 4,5% superior aos 2,2 milhões de euros para 2025. Incluem-se transferências do governo de 65.805 euros, 2% mais do que o orçamentado para 2025.

As receitas com vendas de rações estão previstas em 573 mil euros, uma descida de 6,8% face ao exercício em curso, enquanto as vendas de peles e miudezas devem render 5 mil euros, 3,8% menos do que em 2025. Dos 1,7 milhões de euros projetados com vendas de carne, mais de 1,4 milhões de euros serão pagos aos agricultores para a compra dessa carne. As vendas de rações de 573 mil euros estão associadas a despesas planeadas com rações de 495 mil euros.

O orçamento é apresentado como seguindo uma política criteriosa de controlo e contenção da despesa, ao mesmo tempo que lança as bases para uma gestão estratégica a longo prazo. A empresa afirma visar um desenvolvimento equilibrado, melhoria da qualidade do produto e melhores condições para os produtores; o governo subsidiará parcialmente a remuneração do pessoal fixo.

Os custos com pessoal sobem 0,75% para 231.218 euros. O consumo de bens e serviços está orçamentado em 2,1 milhões de euros, 6,27% superior ao exercício em curso.

A despesa em investimentos totaliza 15.500 euros, com 8 mil euros alocados a mobília, ferramentas e equipamento informático e 7.500 euros para uma aplicação de software que permitirá a rastreabilidade dos lotes comercializados.

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Fontes originais

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