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Tribunal Constitucional de Espanha Libera Leilões Subhasta para Seguradora Andorrana Falida Assegurances Generals

Acórdão do Tribunal Constitucional acaba com impasse judicial, apoia administradores e reactiva vendas de activos para compensar vítimas após seis anos de atraso.

Sintetizado a partir de:
Diari d'Andorra

Pontos-chave

  • Tribunal rejeitou alegações de violações de direitos, confirmando nomeação de Granyó e abordagem do tribunal Batllia.
  • Leilões subhasta de activos apreendidos reactivam-se para compensar credores.
  • Processos suspensos desde 2019 como medida de precaução contra possíveis reversões.
  • Caso dura seis anos com desafios legais repetidos a abrandar a liquidação.

Uma decisão do Tribunal Constitucional de Espanha abriu caminho para os leilões subhasta de activos apreendidos à seguradora falida Assegurances Generals, pondo fim a um impasse judicial que paralisara os processos.

A decisão, emitida a 19 de Janeiro, rejeitou um recurso apresentado pelos antigos proprietários e apoia o nomeamento de Xavier Granyó como co-administrador ao lado da Autoritat Financera Andorrana (AFA). Apoia também a abordagem adoptada pelo tribunal Batllia de Andorra na liquidação dos activos. Os reclamantes alegaram violações graves de direitos fundamentais, incluindo o direito de defesa, falta de decisão fundamentada, violação do princípio da contradição e a legalidade do nomeamento de Granyó. Pretendiam anular todas as deliberações desde Novembro de 2019, mas o tribunal rejeitou o recurso na totalidade.

Granyó, em declarações ao Diari d'Andorra, confirmou que o veredicto reactiva todas as operações suspensas. «Significa que tudo o que estava em espera foi reactivado», disse, acrescentando que os subhastes dos activos embargados prosseguirão agora normalmente para ajudar na compensação das vítimas.

A pausa nos leilões não foi ordenada pelo tribunal, mas uma medida de precaução, explicou Granyó. Os administradores suspenderam as adjudicações para evitar reversões caso o tribunal se pronunciasse a favor dos antigos proprietários. «Desde 2019, quando começou a falência, gerimos o caso com diligência e sempre acreditámos que a justiça se pronunciaria a nosso favor», observou.

Não é a primeira vez que as partes falidas contestam o processo, disse Granyó, apontando os repetidos atrasos legais que têm abrandado o progresso. «Tornam o procedimento mais difícil», comentou, notando o impacto num caso que já dura seis anos sem fecho à vista.

A reactivação oferece esperança aos credores afectados pelo colapso da seguradora, embora Granyó tenha sublinhado o compromisso contínuo da administração com uma liquidação exaustiva.

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Fontes originais

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