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Andorra apoia referência inversa apesar de baixa adesão de 5%

Ministério da Saúde de Andorra mantém apoio ao sistema de referência inversa com dois anos, que redireciona pacientes com maleitas menores dos serviços de urgência para cuidados primários, apesar de tudo.

Sintetizado a partir de:
Diari d'Andorra

Pontos-chave

  • Apenas 5% dos pacientes elegíveis aceitam sair da urgência para consulta nos cuidados primários em 48 horas.
  • Sistema lançado há dois anos; ministério diz que resultados cumprem expectativas apesar de desafios na mudança de hábitos.
  • Triagem identifica casos não urgentes; pacientes escolhem ficar ou sair — a maioria fica.
  • Planos incluem campanhas de sensibilização reforçadas e monitorização contínua do desempenho.

O Ministério da Saúde de Andorra continua a apoiar o sistema de referência inversa introduzido há dois anos para redirecionar pacientes com maleitas menores dos serviços de urgência hospitalares para os seus médicos de cuidados primários, apesar da adesão limitada até agora.

Os dados mais recentes do hospital de novembro mostram que apenas 5% dos pacientes elegíveis aceitam sair do serviço de urgência e marcar uma consulta com o seu médico atribuído — ou qualquer médico de cuidados primários disponível se o seu próprio não os puder ver em 48 horas, o prazo do protocolo. O ministério afirma que os resultados dos dois anos estão em linha com as expectativas iniciais, descrevendo a medida como uma que requer implementação prolongada para alterar hábitos enraizados dos pacientes em relação à procura de cuidados de urgência.

Os responsáveis enfatizam a necessidade de mais tempo para uma avaliação completa, comprometendo-se a aumentar a consciencialização através de uma promoção e comunicação mais ampla do processo. O acompanhamento do seu desempenho continuará.

O sistema ativa-se após triagem inicial pelo pessoal de urgência, que avalia que a condição do paciente não requer atenção imediata e pode esperar com segurança até 48 horas pelos cuidados primários. Os pacientes têm a última palavra: podem optar por sair e fazer seguimento com o seu médico ou permanecer para tratamento hospitalar. Até à data, a vasta maioria opta por ficar.

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Fontes originais

Este artigo foi agregado a partir das seguintes fontes em catalao: