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Empresas de segurança contra incêndios em Andorra pressionam por revisão da regulação de 1978

Empresas pedem atualização das regras obsoletas de incêndios face aos arranha-céus, riscos dos VE e exigências da vida noturna, enquanto os espaços excedem os padrões atuais com tecnologia avançada.

Sintetizado a partir de:
Diari d'Andorra

Pontos-chave

  • Regras de 1978 obsoletas ignoram arranha-céus, estacionamento interior de VE e tecnologia avançada.
  • Espaços como o UNNIC cumprem integralmente, usando luzes LED, centros de incêndios internos e ensaios.
  • Empresas oferecem manutenção de extintores, formação de pessoal e inspeções de mais de 20 itens.
  • Governo desenvolve novos padrões com o Serviço de Bombeiros para regras mais claras e rigorosas.

Empresas de segurança contra incêndios em Andorra estão a pressionar por uma atualização das regulamentações nacionais de prevenção de incêndios de 1978, descrevendo-as como obsoletas face aos avanços tecnológicos modernos e à evolução dos espaços de lazer.

Empresas como a Mensan Consulting, UNIDA e Mutuand, que prestam serviços a espaços como The Boss, UNNIC e L’Abarset, sublinham que os seus clientes já cumprem os procedimentos atuais. Estes incluem formação de pessoal, planeamento de emergências e verificações dos sistemas de proteção contra incêndios — rotinas realizadas bem antes das inspeções de janeiro pelo Serviço de Bombeiros. Gisela Serra, representante de vendas da Mensan Consulting, referiu que os contratos de manutenção abrangem a instalação de extintores, revisões anuais e aconselhamento sobre sinalética de emergência e evacuação. Cada inspeção cobre mais de 20 itens técnicos, embora a responsabilidade final recaia nos proprietários dos espaços.

Os especialistas das empresas concordam que as regras de 1978 não refletem as realidades atuais, como os novos edifícios de grande altura, os riscos do estacionamento interior de veículos elétricos e a tecnologia avançada de segurança. Muitos negócios já as excedem, adotando padrões europeus mais rigorosos para a colocação de extintores, sinalética de saídas e sistemas fotoluminescentes.

A diretora da UNIDA, Elena Millán, enfatizou que as verificações regulares de equipamentos, a manutenção e a formação de pessoal são obrigatórias e rotineiras, especialmente em ambientes noturnos com pouca luz e muita afluência, onde respostas calmas podem minimizar os perigos. Os consultores da Mutuand, Santiago Soliva e Teresa Civic, adaptam a formação às operações de cada espaço, focando-se na gestão do pânico, protocolos de evacuação e certificações em resposta a incêndios, primeiros socorros e hierarquias de emergência. Defendem ensaios frequentes para testar detetores, aspersores e saídas, insistindo que a segurança exige supervisão interna contínua para além das revisões anuais.

O responsável de segurança do UNNIC, Pol Serra, afirmou que o seu espaço cumpre totalmente as regras existentes e acolhe com agrado a revisão em curso, que o governo está a desenvolver com o Serviço de Bombeiros e a Proteção Civil. Destacou os benefícios para uma formação melhorada, ensaios e verificações de equipamentos. O UNNIC evita pirotecnia como flares, optando por iluminação LED segura, e dispõe de um centro de controlo de incêndios interno, deteção instantânea, evacuação autónoma, áreas zonadas e segurança 24 horas.

Representantes do setor elogiaram o potencial do novo quadro para padrões mais claros e rigorosos adaptados às necessidades de Andorra, garantindo melhor proteção aos clientes à medida que o setor de lazer evolui.

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Fontes originais

Este artigo foi agregado a partir das seguintes fontes em catalao: