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Andorra Lança Feira Educativa Connecta com 2000 Estudantes

Ministros elogiam o evento como um salto qualitativo na orientação juvenil, complementando a recente feira francesa num contexto de crescente interesse por programas espanhóis e locais.

Sintetizado a partir de:
Diari d'AndorraEl PeriòdicAltaveuBon Dia

Pontos-chave

  • Mais de 2000 estudantes esperados no evento de dois dias com universidades, centros profissionais e oradores.
  • Ministros Baró e Bonell saudaram-na como 'salto qualitativo' na orientação juvenil, complementar à feira francesa.
  • Estudantes procuram farmácia, psicologia e medicina dentária no estrangeiro devido a opções locais limitadas, apesar do crescimento de duplos graus.
  • Expositores como UAB, CEU e UNED reportam bom engagement e vantagens competitivas como habitação.

A inauguração da feira educativa Connecta em Andorra, realizada em Andorra la Vella, registou forte adesão no primeiro dia, quinta-feira, com cerca de 2000 estudantes do quarto ano do ESO e Batxillerat esperados ao longo dos dois dias do evento. A feira conta com 87 a 90 stands de universidades andorranas, espanholas e francesas, centros profissionais, colégios profissionais e oradores.

Os ministros Ladislau Baró, das Relações Institucionais, Educação e Universidades, e Mònica Bonell, da Cultura, Juventude e Desporto, cortaram a fita num ambiente vibrante. Baró descreveu a organização como bem estruturada e animada, chamando à Connecta um «salto qualitativo» vital nas políticas de orientação. Previu que perdurará, expandir-se-á e fomentará um diálogo contínuo com empresas, entidades profissionais, educadores e iniciativas juvenis. Baró destacou a sua complementaridade com a quarta Feira Francesa de Ensino Superior, no início da semana, que atraiu 500 visitantes, e sublinhou a necessidade de orientação ao longo do ano, para além dos eventos — por meios digitais e apoio contínuo para ligar os estudos atuais dos alunos às futuras carreiras e cidadania.

Bonell descreveu a colaboração como um sucesso inicial ligado ao plano nacional para a juventude e à estratégia para a infância e adolescência. Notou que dá aos jovens acesso direto a informações completas sobre opções e locais de estudo.

Estudantes como Emma, Enara e Valentina, interessadas em farmácia no IQS, psicologia e medicina dentária na UIC Barcelona, usaram a feira para confirmar requisitos e notas. Apesar de valorizarem o evento local, consideram as opções de ensino superior em Andorra limitadas, com planos para estudar no estrangeiro. Um grupo da escola Sant Ermengol ecoou isto, priorizando áreas como psicologia e farmácia em Espanha após anos de planeamento. A psicóloga escolar Míriam notou o crescente apelo externo, mas também o aumento de oportunidades locais, incluindo duplos graus em direito, criminologia, biomedicina, negócios e marketing, além do interesse crescente em ciclos profissionais.

Os expositores relataram interações positivas. Daniel, da Universitat Abat Oliva CEU, que matricula 12-15 andorranos por ano, viu-a como uma vantagem no recrutamento. Míriam, do INEFC Pirineus em La Seu d'Urgell, promoveu a proximidade como formação «quilómetro zero», facilitando habitação e deslocações para os poucos estudantes andorranos. Virgínia Luzón, vice-reitora da UAB para a comunicação, enfatizou a habitação no campus a preços competitivos adaptada a estudantes.

Participantes de estreia incluíram a Escola Universitària de les Arts ERAM de Girona, com graus em audiovisual/comunicações, artes performativas e moda — áreas onde os graduados encontram boas perspetivas laborais apesar de preocupações iniciais — e a UNED, que promove o seu modelo híbrido com mais de 30 graus, mestrados e doutoramentos na maior rede de campi da Europa.

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