Ordem dos Advogados de Andorra Enfrenta Falta de Advogados e Pensa em Reformar Rostos
Profissão jurídica de Andorra debate turnos obrigatórios, redução de experiência mínima e alívio de limites na assembleia da ordem para resolver faltas de voluntários.
Pontos-chave
- Falta de voluntários para rostos de serviço criminal e cível-administrativo leva a propostas de reforma.
- Opções incluem participação obrigatória para todos ou advogados recentes, redução do requisito de 2 anos de experiência.
- Propostas para criar sub-rostos por especialização.
- Debate sobre eliminar ou duplicar limites anuais de turnos (atualmente máximo 35-55) após controvérsias com sanções.
A profissão jurídica de Andorra enfrenta uma falta de advogados voluntários para os rostos de serviço e de prevenção em matérias criminais e cíveis-administrativas, o que leva a apelos para reformar o sistema na próxima assembleia geral da ordem dos advogados.
A assembleia, a última sob a presidência de Sònia Baixench, debaterá várias medidas para garantir representação jurídica adequada onde for necessária. Fontes indicam pelo menos quatro propostas principais destinadas a reorganizar os rostos.
Uma opção é restabelecer a participação obrigatória para todos os membros, uma política que existiu em anos anteriores. Uma alternativa limitaria esta obrigação a advogados mais recentemente qualificados. No entanto, as regras atuais já exigem pelo menos dois anos de inscrição na ordem para participar, um limiar destinado a garantir experiência mínima para os clientes.
Uma proposta relacionada visa resolver a falta de voluntários reduzindo este requisito de experiência — por exemplo, para apenas um ano — ampliando o conjunto de participantes elegíveis.
Outra ideia envolve a criação de sub-rostos baseados nas especializações dos advogados em áreas criminais ou cíveis-administrativas.
O debate também se centrará no alívio dos limites atuais aos turnos anuais de serviço. Os advogados lidam tipicamente com cerca de 35 turnos por ano, com um máximo 50% acima disso — entre 50 e 55 turnos. No ano passado, gerou controvérsia quando a ordem impôs sanções a três advogados por excederem este limite. Pelo menos um recorreu com sucesso ao conselho disciplinar, que anulou a decisão, considerando que a própria ordem aprova substituições de turnos e deve monitorizar os totais. Punir advogados após tais aprovações contradiz as ações da ordem.
As propostas incluem eliminar o limite por completo — refletindo argumentos a favor da livre concorrência — ou elevá-lo ao dobro dos 35 turnos padrão, empurrando o máximo para além de 70. A assembleia votará estas mudanças para reforçar a cobertura face à falta contínua.
Fontes originais
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