Voltar ao inicio
Outros·

Andorra Telecom organiza workshops de bem-estar digital para 90 alunos do secundário de Ordino

Dirigidas pelo especialista Jordi Camós, as sessões abordaram vício em redes sociais, algoritmos, FOMO e riscos dos jogos para promover hábitos seguros na internet e bem-estar emocional entre jovens de 12-13 anos.

Sintetizado a partir de:
El PeriòdicBon DiaARADiari d'Andorra

Pontos-chave

  • 90 alunos de 12-13 anos participaram em quatro oficinas sobre riscos digitais.
  • Temas: tempo de ecrã, algoritmos, vício em redes sociais, FOMO, monetização de jogos.
  • Exploraram impactos no desenvolvimento pessoal, relações e bem-estar emocional.
  • Alinha-se com a RSC da Andorra Telecom para navegação segura e redução da divisão digital.

A Andorra Telecom realizou quatro oficinas sobre bem-estar digital esta quarta-feira e quinta-feira para cerca de 90 alunos de 12 e 13 anos do primeiro ano do ensino secundário de Ordino, a pedido do centro educativo.

O especialista em ambientes digitais Jordi Camós dirigiu as sessões, que analisaram os riscos das plataformas digitais e redes sociais. Os temas incluíram exposição ao tempo de ecrã, como os algoritmos impulsionam o consumo de conteúdos e o comportamento dos utilizadores, o apelo viciante das redes sociais, o impacto das notificações, o efeito FOMO, a monetização de videojogos através de compras in-app e apostas, táticas da indústria para captar a atenção, vício em tecnologia e desafios à concentração.

Os participantes exploraram como estes elementos moldam o seu desenvolvimento pessoal, relações e bem-estar emocional.

O programa alinha-se com o compromisso da Andorra Telecom em campanhas de sensibilização e orientação para jovens utilizadores da internet, promovendo a navegação segura e o bem-estar digital. A empresa posiciona isto como um pilar chave da sua responsabilidade social corporativa face aos riscos crescentes do acesso não supervisionado à tecnologia por crianças e jovens. Defende o uso responsável da tecnologia para potenciar o aprendizado inclusivo, desenvolver competências de adaptação ao mundo atual e reduzir a divisão digital.

Partilhar o artigo via