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Polícia identifica cão e acompanhante após ataque com mordida no rosto a menino de 8 anos em Sispony

Cão sem trela mordeu no rosto um menino de oito anos em Sispony, causando ferimentos graves que exigiram hospitalização.

Sintetizado a partir de:
Diari d'AndorraARAAltaveu

Pontos-chave

  • Cão mordeu menino no rosto às 14h30 de sexta-feira em Sispony; tratado no local e hospitalizado para possível cirurgia.
  • Cão sem trela pertence a andorrano no estrangeiro, cuidado por ex-parceiro; ambos identificados no sábado.
  • Polícia notificou cuidador dos procedimentos; investigação aberta para verificação de raça perigosa e multa por falta de trela.
  • Família ainda não apresentou queixa, focada nos cuidados com o menino.

A polícia de Sispony identificou tanto o cão que mordeu no rosto um menino de oito anos como a pessoa que o acompanhava durante o ataque de sexta-feira, que deixou a criança com ferimentos graves no rosto.

O incidente ocorreu por volta das 14h30 em Sispony, com as equipas do Servei d'Urgències Mèdiques (SUM) alertadas pouco antes das 16h e a polícia a chegar por volta das 16h ou 16h20. Os médicos do SUM trataram o menino no local antes de o transferirem para o Hospital Nostra Senyora de Meritxell, seguido de uma transferência para o Hospital de la Seu d'Urgell para cuidados especializados. Ele permanece hospitalizado lá, e uma cirurgia continua possível dependendo da evolução dos ferimentos. Fontes médicas notam que as mordidas de cão variam significativamente, com o tratamento a depender de cada caso.

O cão sem trela e não identificado pertence a um residente andorrano atualmente no estrangeiro, que o deixou aos cuidados temporários de um ex-parceiro ou conhecido durante três ou quatro dias. Os agentes rastrearam o dono no sábado de manhã através de inquirições a donos de cães locais. Também localizaram dois cães que correspondiam à descrição, confirmando o agressor e o cuidador que o acompanhava na altura. A polícia informou o cuidador dos procedimentos necessários.

A investigação mantém-se aberta, à espera da avaliação da autoridade de proteção animal sobre se o cão se qualifica como potencialmente perigoso, obrigações de trela ou focinheira, e sanções administrativas para o dono — que devem incluir uma multa pela violação da trela. O processo também depende de se a família do menino apresentar queixa; ainda não o fizeram, priorizando os cuidados com ele, embora o prazo se mantenha aberto.

Não foram divulgados detalhes da raça ou mais circunstâncias. As últimas atualizações surgiram no sábado de manhã.

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