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Juventude de Encamp Resgata Dramaticamente Rei do Carnaval de Rivais de Canillo

Comissão de Festas invade Plaça del Consell em simulacro de assalto para recuperar Rei do Carnaval roubado por ladrões arlequins, culminando em 'cirurgia' humorística.

Sintetizado a partir de:
Altaveu

Pontos-chave

  • Comissão de Festas de Encamp disparou tiros e avançou em formação para recuperar o 'porco arlequín' Rei de um apartamento próximo.
  • O intruso simulado foi atirado de uma janela, provocando aplausos e o hino tradicional.
  • Comissão realizou cirurgia falsa no Rei, extraindo cortes de porco do abate de domingo para simbolizar a sua morte.
  • Evento prepara fim do Carnaval com queima na Quarta-feira de Cinzas, evitando efígies controversas anteriores.

A juventude de Encamp recuperou o seu Rei do Carnaval na noite de terça-feira numa operação de resgate dramática na Plaça del Consell, reacendendo a rivalidade de longa data com os arlequins de Canillo.

Membros da Comissão de Festas invadiram a praça, disparando tiros para o ar e avançando em formação como uma elite para caçar o ladrão. Rumores do desaparecimento do Rei circulavam pelas ruas de Encamp desde sábado, com suspeitas a recair imediatamente nos rivais de Canillo.

A busca terminou rapidamente: o «porco arlequín» — um intruso simulado — foi encontrado num apartamento próximo e atirado da janela para o chão. A multidão irrompeu em aplausos, cantando o hino tradicional de Encamp para celebrar a vitória.

Esta figura diferia da efígie controversa do Carnaval anterior com simbolismo judaico, que os organizadores puseram de parte para se focarem apenas na paródia arlequins-versus-encampanos. Nem ela nem a boneca polémica passarão pelo procedimento da noite ou figurarão na queima de quarta-feira.

No chão, o Rei capturado dispensou julgamentos formais comuns noutros locais. Em vez disso, membros da comissão carregaram-no para uma ambulância para uma cirurgia simulada. Uma equipa, com mais humor do que bisturis, extrairá cortes de porco recheados no interior — restos do abate de domingo de manhã — simbolizando a morte da personagem para alimentar a comunidade.

A operação prepara o fecho do Carnaval na Quarta-feira de Cinzas, quando as chamas consumirão os restos e pôrão fim a um reinado particularmente turbulento.

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Fontes originais

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