Medos de Ocupação Ilegal em La Seu d'Urgell Desmentidos com Trabalhadores da Construção em Edifício Vazio
Moradores confundiram alojamento temporário de trabalhadores num prédio inacabado da Plaça Europa com nova ocupação ilegal; câmara confirma trabalhos finais legítimos no projeto parado.
Pontos-chave
- Moradores reportaram luzes e atividade, temendo repetição de ocupação ilegal em edifício degradado vazio desde 2007.
- Câmara confirmou 20 trabalhadores alojados em três pisos para trabalhos finais em projeto de 40 habitações a 97% concluído.
- Licença menor emitida para acabamentos; sem certificado de habitabilidade, câmara nega responsabilidade pelo alojamento.
- Publicação nas redes sociais da polícia desmentiu rumores; empresa não respondeu sobre condições dos trabalhadores.
Moradores de La Seu d'Urgell manifestaram preocupações com luzes e atividade num bloco de apartamentos há muito vazio na Plaça Europa, o que gerou temores de uma nova ocupação ilegal. A câmara municipal descartou ocupação ilegal, confirmando que trabalhadores da construção estão temporariamente a pernoitar no local.
Fontes municipais revelaram que cerca de 20 trabalhadores do projeto estão alojados em três pisos do edifício. A estrutura, inacabada desde 2007 e degradada ao longo dos anos com ocupações ilegais, está agora a sofrer trabalhos finais por uma empresa de construção apoiada por um fundo de investimento. O objetivo é concluir o plano original — aprovado há anos e interrompido a 97% — e comercializar cerca de 40 habitações. As autoridades emitiram apenas uma licença para trabalhos menores de acabamento da estrutura, sem ainda certificado de habitabilidade.
A câmara municipal sublinhou que não tem responsabilidade pelos alojamentos dos trabalhadores, concentrando-se apenas em desmentir rumores de intrusos. O presidente da câmara, Joan Barrera, reconheceu o alarme público face a uma possível repetição de ocupações passadas. Embora possam estar ligadas ligações provisórias de água e eletricidade, persistem dúvidas sobre as condições dos trabalhadores, especialmente sem aprovação total de habitabilidade. Testemunhas relataram ver pessoas a transportar colchões e pertences, com alguns a sugerir que famílias de trabalhadores pernoitaram brevemente.
Tentativas de contactar a empresa de construção para esclarecimentos sobre padrões laborais e o arranjo falharam até agora. A câmara utilizou as redes sociais da polícia para negar publicamente qualquer nova ocupação ilegal, enfatizando a atividade legítima no local.
Fontes originais
Este artigo foi agregado a partir das seguintes fontes em catalao: