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Espanhola com Documento Falso e Nove Mandados Presa em Vigo

Polícia galega detém mulher de 36 anos a usar identidade falsa numa empresa local; Andorra pede extradição por fraude entre múltiplos alertas judiciais.

Sintetizado a partir de:
AltaveuARADiari d'Andorra

Pontos-chave

  • Detida final de janeiro pela unidade UCRIF na sequência de denúncia sobre documento espanhol falso não coincidente.
  • Nove mandados encontrados, maioritariamente fraude/falsificação; ordem de extradição emitida pelo Andorra.
  • Historial de fraudes no Andorra em cargo de RH, incluindo empréstimos falsos e recrutamento fraudulento.
  • Libertada provisoriamente à espera de juiz; Espanha improvável extraditar nacional.

A Polícia Nacional espanhola em Vigo, na Galiza, deteve no final de janeiro uma mulher espanhola de 36 anos por usar documentos falsos para trabalhar sob identidade falsa numa empresa local. A operação revelou a sua verdadeira identidade, descobrindo nove pedidos judiciais de busca ativos, incluindo uma ordem de extradição das autoridades andorranas, a maioria ligada a crimes de fraude e falsificação.

Agentes da unidade UCRIF — especializada em redes de imigração ilegal e fraude documental — da brigada de estrangeiros e fronteiras do posto de Vigo-Redondela atuaram na sequência de uma denúncia sobre uma empregada a usar identidade fraudulenta. Ao ser abordada, não apresentou documentos válidos, deu um nome falso e mostrou um cartão de cidadão espanhol cuja foto não correspondia à titular real. A polícia confirmou a falsificação e o roubo de identidade, e encontrou documentos de identidade de outras pessoas na sua posse. O cargo na empresa dava-lhe acesso a dados pessoais e documentos de colegas, levantando receios de que pudesse explorá-los mais.

Um homem que a acompanhava foi também detido por mandado de um tribunal de Vigo para prisão e cumprimento de pena.

A mulher tem um longo historial de crimes semelhantes no Andorra, onde trabalhou anteriormente em recursos humanos num grande centro comercial perto da fronteira espanhola. Aí, alegadamente usou identidades falsas durante processos de recrutamento de pessoal para outro local e cometeu fraudes, incluindo obter um empréstimo automóvel em nome de um ex-parceiro. A sua última detenção no Andorra ocorreu em novembro de 2024, após um homem que ela tinha defraudado a avistar perto da estação de autocarros, levando a uma perseguição a pé com patrulhas policiais em ruas como Doctor Vilanova e Prat de la Creu. Usava novamente documentos falsos, incluindo para alojamento num hotel na noite anterior. As autoridades aplicaram uma pena condicional e ordem de expulsão.

Outros mandados provêm de tribunais em Lleida, Jaca, Reus, Aranda de Duero e outros locais, principalmente por fraudes. As autoridades andorranas não divulgaram pormenores do seu caso.

Apresentou-se a um tribunal de Vigo a 31 de janeiro pelos assuntos espanhóis e, por videochamada, perante o Tribunal Nacional de Espanha pelo pedido de extradição. Fontes indicam que foi libertada provisoriamente à espera de atribuição a um juiz de instrução, uma vez que Espanha raramente extradita nacionais por crimes não graves. Ambas as detenções resultaram de acusações locais, com o seu historial completo a surgir de consultas a bases de dados.

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