Pais em Escaldes-Engordany lançam petição por melhores rácios de funcionários nas creches
Pais frustrados planeiam recolha de assinaturas contra rácios elevados de crianças por educadora e rotatividade de pessoal nas creches comunais, exigindo reunião urgente.
Pontos-chave
- Pais vão petição por rácios mais baixos de crianças por educadora face a falhas no serviço.
- Alta rotatividade de pessoal perturba crianças; uma educadora demite-se por equilíbrio trabalho-vida familiar.
- Vereadora Maria Carriço ausente por doença; pais exigem reunião em 15 dias.
- Paróquia reconhece preocupações, promete soluções apesar de queixas recorrentes.
Pais de crianças inscritas nas creches comunais em Escaldes-Engordany planeiam uma recolha de assinaturas para instar o Departamento de Assuntos Sociais a rever os regulamentos sobre rácios de crianças por educadora. Argumentam que os rácios atuais são elevados e que o serviço em geral não satisfaz adequadamente as necessidades das crianças.
A iniciativa segue uma reunião realizada na tarde de quinta-feira na Creche 1, na paróquia de Escaldes. Vários pais expressaram frustração com a alta rotatividade de pessoal entre as educadoras, o que dizem prejudicar as crianças. Uma educadora explicou aparentemente durante a sessão que se demitia devido a dificuldades em conciliar trabalho e vida familiar em Escaldes.
A reunião esperava a presença de Maria Carriço, vereadora da Infância, mas ela faltou por motivo de doença. Alguns pais descreveram isso como inaceitável e exigiram uma reunião com ela em 15 dias, alegando que ela tinha adiado respostas anteriormente com base no calendário de início do ano letivo. Notaram que a sessão só foi convocada na quinta-feira, apesar das expectativas iniciais.
Fontes da paróquia confirmaram o estado de saúde de Carriço e afirmaram não haver problemas em agendar um seguimento. Adiantaram que tais reuniões ocorrem tipicamente entre dezembro e janeiro, colocando esta dentro do calendário habitual.
As famílias destacaram a perturbação causada pelas mudanças frequentes de educadoras. Autoridades paroquiais explicaram que a educadora em saída garantiu um posto num centro semelhante na sua paróquia de residência, aliviando os seus compromissos pessoais. Reconheceram a rotatividade de pessoal como um problema generalizado nas creches, notando que as queixas são recorrentes mas nem sempre justificadas.
A paróquia enfatizou que está atenta às preocupações das famílias e procurará soluções melhoradas onde possível.
Fontes originais
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