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Proprietários em Ordino Recorrem do Plano Urbanístico por Reclassificação de Terrenos

Proprietários em Ordino apresentam recurso administrativo contra aprovação governamental do planeamento urbanístico, alegando desclassificação encapotada de terrenos.

Sintetizado a partir de:
ARA

Pontos-chave

  • Proprietários recorrem da comissão por reclassificar terrenos como não edificáveis, reduzindo valores dos lotes.
  • Ações judiciais alargadas contra comuna de Ordino por menor potencial de desenvolvimento.
  • Vereadora Coma: 450 m² edificáveis por 2500 m²; casas unifamiliares/multifamiliares permitidas.
  • Avaliações teóricas; proprietários livres de vender ao preço de mercado.

Proprietários em Ordino apresentaram um recurso administrativo contra a comissão técnica de planeamento urbanístico do Governo, por esta ter aprovado o novo plano de desenvolvimento urbano da paróquia, acusando-a de reclassificar encapotadamente terrenos como não edificáveis e desvalorizar lotes de construção.

A disputa agravou-se após a comissão ter aprovado o plano, levando os proprietários a alargar as ações judiciais contra a comuna de Ordino, segundo noticiou a RTVA. Argumentam que as alterações reduzem efetivamente o potencial de desenvolvimento de numerosos terrenos, resultando em avaliações mais baixas.

A vereadora principal de Ordino, Maria del Mar Coma, rejeitou as acusações. Enfatizou que a construção continua possível, com um volume edificável de 450 metros quadrados permitidos por cada 2500 metros quadrados de terreno. O plano visa prevenir edifícios à escala, permitindo casas unifamiliares ou multifamiliares à escolha do proprietário, disse ela.

Sobre as avaliações, Coma descreveu-as como baseadas em critérios teóricos que nem sempre correspondem aos resultados reais de construção. Acrescentou que os proprietários ainda podem vender os terrenos pelo preço que considerem adequado se surgir uma oferta viável.

A aprovação do plano urbanístico de Ordino intensificou assim as tensões de longa data entre as autoridades paroquiais e os proprietários sobre restrições ao desenvolvimento e valores imobiliários.

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Fontes originais

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