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Proteção Civil de Andorra critica comunas por ruas geladas que causaram mais de 130 feridos

Diretor culpa Andorra la Vella e Escaldes-Engordany por não salgar as ruas apesar do tempo disponível, defendendo prevenção no terreno em vez de depender apenas das previsões.

Sintetizado a partir de:
ARA

Pontos-chave

  • Mais de 130 feridos em quedas devido a ruas geladas não tratadas em Andorra la Vella e Escaldes-Engordany.
  • Comunas falharam em salgar passeios apesar do tempo disponível; a responsabilidade é delas.
  • Modelos meteorológicos imprecisos, mas medidas no terreno essenciais na mesma.
  • Planos incluem alertas móveis, centralização da linha 112 e protocolos de emergência atualizados até 2026.

A Proteção Civil criticou as comunas de Andorra la Vella e Escaldes-Engordany por não atuarem face às condições geladas que deixaram mais de 130 pessoas feridas em quedas.

Cristian Pons, diretor da Proteção Civil, reconheceu que as previsões não anteciparam o congelamento súbito, incluindo as usadas pelo seu departamento. No entanto, sublinhou que a confiança excessiva nos modelos meteorológicos — que têm margens de erro — não deve substituir as medidas preventivas no terreno.

Pons censurou especificamente as autoridades locais por não salgarem ruas e passeios nos últimos dias, apesar do tempo disponível para o fazer. Notou que a manutenção das bermas urbanas cabe inteiramente às comunas e a sua inação contribuiu para mais de 100 quedas que apanharam os residentes desprevenidos.

O episódio reacendeu o debate sobre a gestão de riscos invernais. Pons expressou preocupação à ATV quanto a algumas administrações fugirem à responsabilidade transferindo culpas para outros organismos, apesar da competência urbana ser clara. Avisou que disputas semelhantes podem reaparecer se padrões invernais mais rigorosos regressarem.

A Proteção Civil destacou também lacunas institucionais na resposta a incidentes de grande escala. Aprospectiva, as prioridades do departamento até 2026 incluem alertas por telemóvel, centralização da linha de emergência 112 e atualização dos planos de emergência.

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Fontes originais

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