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Sindicato Habitacional Exige Índice de Preços de Arrendamento para Andorra em Meio a Ameaça de Desregulamentação

Grupo de inquilinos alerta que plano de desregulamentação dos arrendamentos do governo arrisca expor famílias a subidas acentuadas de renda, exigindo índice de referência e registo de mercado.

Sintetizado a partir de:
Diari d'Andorra

Pontos-chave

  • Sindicato opõe-se à desregulamentação, diz que ignora protecções aos inquilinos e permite subidas acima do IPC.
  • Destaca vulnerabilidade de rendas baixas e contratos recentemente assinados a aumentos.
  • Exige índice de referência de preços, registo predial ligado a arrendamentos e limites anuais de renda.
  • Plano do governo ainda em preparação sem detalhes de implementação.

O Sindicato Habitacional exigiu a criação de um índice de referência de preços e outras medidas regulatórias para o mercado de arrendamento de Andorra, em resposta à proposta de desregulamentação planeada pelo governo.

Num comunicado, a organização alertou que a iniciativa do governo — apresentada como «progressiva e protectora» — falha na priorização das salvaguardas para os inquilinos. Em vez disso, centra-se na gestão de um potencial regresso gradual ao aumento dos preços de arrendamento nos próximos anos. O sindicato argumentou que o calendário proposto poderia expor milhares de famílias a subidas de renda ou perda de habitação aquando das renovações contratuais.

Destacou que os aumentos anuais sugeridos pelo governo excederiam o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), afectando desproporcionalmente os contratos de rendas mais baixas. O grupo criticou também a falta de atenção aos contratos recentemente assinados, muitos dos quais descreveu como já apresentando preços elevados.

O sindicato instou à introdução de controlos estruturais do mercado, incluindo um índice de referência de preços efectivo, um registo predial ligado aos arrendamentos e limites aos aumentos anuais de renda. Expressou preocupação de que, sem tais medidas, o plano de desregulamentação deixaria os inquilinos vulneráveis.

A proposta do governo continua em preparação, sem mais detalhes divulgados sobre o seu calendário de implementação.

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