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Política·

Vice-presidente Baró questiona efetivos, salários e frota da polícia andorrana

Pere Baró pediu ao governo andorrano detalhamento de pessoal do Corpo de Polícia, evolução salarial em oito anos e estado da frota de veículos para garantir recursos adequados à segurança pública.

Pontos-chave

  • Solicita total de agentes por departamento, posto, género e idade
  • Quer tendências salariais em 8 anos, por categoria, género e idade
  • Pergunta idade da frota, manutenção, inspeções e planos de renovação
  • Visa recursos para necessidades atuais e futuras de segurança

Pere Baró, vice-presidente e conselheiro-geral do grupo parlamentar Social Democrata, apresentou uma série de perguntas escritas ao governo andorrano, solicitando dados detalhados sobre os efetivos atuais do Corpo de Polícia, as condições remuneratórias e a frota de veículos.

As perguntas visam fornecer uma visão atualizada do serviço e do seu planeamento prospetivo, com foco nos recursos humanos, condições de trabalho e bens materiais. Baró solicita o número total de agentes atualmente afetos ao corpo, discriminado por departamento, posto, género e escalão etário. Pede também planos para expansão dos efetivos nos próximos anos e a sua articulação com as reformas previstas nos próximos cinco anos.

Quanto à remuneração, o conselheiro-geral quer conhecer as tendências salariais no Corpo de Polícia ao longo dos últimos oito anos, segmentadas da mesma forma por departamento, categoria profissional, género e idade, para avaliar as alterações na remuneração dos agentes.

As perguntas estendem-se à frota de veículos policiais, incluindo a idade média dos veículos, o calendário atual de manutenção e os resultados de inspeções técnicas recentes. Baró indaga se existe um plano de renovação da frota e, nesse caso, o calendário de execução.

Baró afirmou que o objetivo é garantir recursos humanos, materiais e financeiros suficientes para que o Corpo de Polícia possa prestar um serviço público de qualidade adequado às necessidades atuais do país. Enfatizou a necessidade de uma visão abrangente das forças para enfrentar os desafios de segurança atuais e futuros.

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