Vice-presidente Pere Baró questiona números de pessoal prisional e planos em meio a inquietações
Pere Baró exige dados detalhados sobre corpo de funcionários da prisão, incluindo breakdowns por departamento, previsões de reformas, evolução salarial e planos de diálogo reforçado com representantes para resolver o descontentamento.
Pontos-chave
- Pere Baró pede breakdown total de pessoal por departamento, cargo, género e idade
- Solicita previsões de reformas a 5 anos e planos de contratações para continuidade
- Questiona evolução salarial nos últimos 8 anos, discriminada por demografia
- Indaga sobre protocolo de reativação e reforço do diálogo com sindicatos
Pere Baró, vice-presidente do grupo parlamentar Social Democrata e conselheiro geral, apresentou perguntas escritas ao governo solicitando informações detalhadas sobre o estado atual do corpo de pessoal do Departamento de Instituições Prisionais e os planos futuros de pessoal.
Esta iniciativa surge na sequência de relatos chegados a Baró de descontentamento entre alguns membros do corpo, uma preocupação também expressa por representantes sindicais. Ele pretende obter uma visão clara da situação atual do serviço, da planificação de recursos humanos e da comunicação entre o governo e o pessoal, para garantir o bom funcionamento das operações e condições de trabalho adequadas.
Baró solicita o número total de pessoal afetos ao corpo, discriminado por departamento, cargo, género e grupos etários. Pede também projeções para as mudanças de pessoal nos próximos anos, incluindo o estado das cinco posições orçamentadas para o ano fiscal de 2026.
Entre os pormenores, questiona previsões de reformas nos próximos cinco anos e como serão compensadas por novas contratações para manter a continuidade do serviço. Solicita ainda dados sobre a evolução dos salários do corpo nos últimos oito anos, igualmente discriminados por departamento, cargo, género e idade.
As perguntas abordam o protocolo para a reativação de pessoal que regressa ao serviço ativo, incluindo as entidades que ajudaram a desenvolvê-lo e a acordá-lo, e o calendário previsto para a sua implementação.
À luz do descontentamento reportado, Baró indaga se o governo planeia reforçar os canais de diálogo com os representantes dos trabalhadores através de reuniões mais frequentes do que as atuais, se existe algum calendário formal e com que frequência os responsáveis relevantes se reúnem atualmente com os representantes do corpo.
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