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Política·

Sindicato dos funcionários públicos andorranos contesta exclusão dos reformados do pagamento de produtividade

O sindicato USdA condena a rejeição governamental dos pedidos de reformados para o pagamento de produtividade que compensa salários congelados. Acusa as decisões de improvisadas e discriminatórias, prometendo recorrer a todos os canais.

Pontos-chave

  • Funcionários públicos reformados e pré-reformados apresentam recursos após rejeição do pagamento único de produtividade.
  • USdA acusa Ministério da Função Pública de improvisação, incoerência e discriminação contra trabalhadores de longa data.
  • Sindicato critica ministro Marc Rossell por marginalizar reformados apesar de reconhecer salários obsoletos desde 2000.
  • USdA exige correção imediata, clareza legal e resolução justa para todos os afetados.

**Sindicato dos funcionários públicos andorranos contesta exclusão dos reformados do pagamento de produtividade**

Os funcionários públicos reformados e pré-reformados começaram a apresentar recursos administrativos ao Governo após o Departamento de Função Pública ter rejeitado os seus pedidos iniciais para um pagamento único de produtividade previsto no Decreto 363/2025.

A Unió Sindical d’Andorra (USdA) destacou a iniciativa num comunicado, acusando o Ministério da Função Pública de grave improvisação e falta de responsabilidade política. O sindicato sublinhou que o departamento rejeitou os pedidos mesmo reconhecendo por escrito que a situação legal continua a ser analisada pelos responsáveis competentes.

A USdA descreveu esta abordagem como improvisada, incoerente e juridicamente incerta, salientando que as decisões de rejeição foram emitidas sem um critério legal ou político fixo. O sindicato argumentou que não existe razão objetiva para excluir os reformados e pré-reformados do pagamento compensatório, que visa corrigir anos de salários congelados no setor público e a gestão de desempenho.

O sindicato criticou especificamente o ministro da Função Pública, Marc Rossell, funcionário público de carreira, por permitir o que qualificou como discriminação contra trabalhadores que serviram o Estado durante décadas. A USdA destacou os seus recentes comentários públicos de que os salários dos funcionários públicos estavam obsoletos desde 2000 e necessitavam de correção, considerando incompatível procurar melhorias para o setor público enquanto se marginalizam os reformados.

O sindicato recordou também os compromissos eleitorais do Governo para rever as situações de pensões de 2015 a 2023, alertando que a forma atual de tratar o assunto está a gerar maior insegurança, desigualdade e descontentamento entre os afetados. A USdA descreveu o problema como indo além da administração, abrangendo questões de credibilidade política e respeito institucional pelos trabalhadores públicos.

Em resposta, o sindicato exigiu correção imediata, clareza sobre os critérios legais utilizados e uma resolução justa para todos os reformados e pré-reformados afetados. Comprometeu-se a prosseguir o assunto por todos os canais sindicais, administrativos e institucionais disponíveis.

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