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Política·

Ministra de Andorra defende bombeiros no incêndio de Querola

Conxita Marsol elogiou a resposta eficaz dos bombeiros ao grande incêndio na urbanização desocupada de Ordino. Rejeitou preocupações com pessoal e água, destacando reforços da Catalunha e melhorias em curso na mobilização.

Pontos-chave

  • Conxita Marsol elogiou bombeiros por salvar dois edifícios e evitar danos florestais no incêndio de Querola.
  • Resposta inicial com 18-23 efetivos cresceu para 35; sem faltas de pessoal ou recusas.
  • Incêndio destruiu 22.000 m² num complexo de sete blocos desocupado; sem feridos ou impacto florestal.
  • Oposição exige revisão de recursos de bombeiros e estruturas públicas em debates sobre preparação.

Conxita Marsol, ministra da Presidência, Economia, Trabalho e Habitação de Andorra, defendeu a atuação dos bombeiros no incêndio na urbanização Querola, em Ordino, elogiando os esforços para salvar dois edifícios e evitar danos florestais apesar da escala do fogo.

Falando como porta-voz interina do Governo na quarta-feira, Marsol disse que a resposta inicial envolveu entre 18 e 23 efetivos em serviço — um número que descreveu como adequado para o tamanho de Andorra —, ascendendo a 35 na madrugada com reforços. Rejeitou sugestões de falta de pessoal, notando que nenhum bombeiro recusou mobilização e que o apoio da Generalitat da Catalunha seguiu os protocolos estabelecidos no âmbito das fortes relações bilaterais. A ministra considerou a operação satisfatória, destacando a ausência de feridos ou impacto na floresta.

O incêndio, que Marsol qualificou como um grande incidente, destruiu 22 000 metros quadrados, incluindo edifícios e áreas de estacionamento, num complexo de sete blocos que estava desocupado. As equipas controlaram a propagação enquanto priorizavam a vegetação próxima. Ela reconheceu margem para melhorias, afirmando que está em curso trabalho para agilizar a junção de bombeiros fora de serviço em incidentes maiores.

Marsol rejeitou também preocupações sobre o abastecimento de água, com base no relatório do chefe dos bombeiros, e confirmou que as regras existentes de construção e segurança contra incêndios eram suficientes. O regulamento industrial data de 1981, mas está em revisão separada, enquanto os edifícios usavam materiais aprovados à espera da inspeção final.

Em resposta, Carine Montaner, conselheira-geral do Andorra Endavant, defendeu a prioridade para serviços essenciais como os bombeiros. Num comunicado de quarta-feira, instou a uma revisão abrangente das estruturas públicas para garantir o devido financiamento, eliminar redundâncias e otimizar os recursos nacionais limitados, no meio de debates sobre a preparação para catástrofes.

As autoridades não divulgaram a causa do incêndio.

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