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Politica·

Embaixador do Andorra junta-se a pacto do Conselho da Europa para criar Comissão Internacional de Reclamações

para tratar danos da invasão da Rússia à Ucrânia.

Sintetizado a partir de:
Diari d'AndorraBon DiaEl PeriòdicAltaveu

Pontos-chave

  • Embaixador do Andorra Vicenç Mateu assinou a convenção numa conferência diplomática em Haia.
  • Convenção cria órgão independente para examinar e liquidar reclamações por danos da agressão da Rússia na Ucrânia.
  • Baseia-se na adesão prévia do Andorra ao Registo de Danos em 2023.
  • Andorra reafirma apoio à soberania da Ucrânia e apela ao fim das hostilidades.

O embaixador do Andorra nos Países Baixos, Vicenç Mateu, assinou uma convenção do Conselho da Europa em Haia para criar uma Comissão Internacional de Reclamações relacionada com a Ucrânia, destinada a tratar reparações por danos resultantes da agressão da Rússia.

A assinatura ocorreu durante uma conferência diplomática realizada de segunda-feira a terça-feira, onde os Estados adotaram a convenção e a abriram para assinaturas. Mateu representou o Andorra no evento, parte de esforços internacionais mais amplos para reforçar mecanismos de responsabilização, justiça e compensação em resposta à invasão em grande escala da Rússia à Ucrânia em fevereiro de 2022.

A convenção cria um órgão independente responsável por examinar, avaliar e liquidar reclamações por danos, perdas ou lesões decorrentes de atos ilícitos na Ucrânia, incluindo o cálculo de compensações para casos individuais. Complementa elementos existentes como o Registo de Danos, ao qual o Andorra aderiu em 2023.

No seu discurso, Mateu sublinhou o compromisso do Andorra com a soberania estatal, o respeito pelo direito internacional e a proteção dos direitos humanos. Descreveu a convenção como uma ferramenta concreta, justa e credível para reconhecer os danos e avançar nas reparações para as vítimas.

Um comunicado do governo reiterou a condenação do Andorra à agressão militar da Rússia contra a Ucrânia, expressou solidariedade com o povo ucraniano e apelou ao fim imediato das hostilidades, juntamente com o cumprimento total das obrigações internacionais, incluindo o direito humanitário.

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