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Politica·

Andorra Assiste 30 Nacionais Retidos nos Emirados Árabes Unidos e no Qatar no Meio do Conflito Israel-Irão

Ministério dos Negócios Estrangeiros mantém contacto diário com residentes andorranos seguros em Dubai e Abu Dhabi, coordenando repatriamento via Espanha e França.

Sintetizado a partir de:
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Pontos-chave

  • 30 andorranos seguros em hotéis nos EAU/Qatar; ministério em contacto diário via WhatsApp.
  • EAU intercetam 200+ mísseis/500+ drones; residentes sentem-se protegidos apesar de detritos.
  • Voos limitados retomados para grupos vulneráveis; prioridade ao repatriamento espanhol.
  • Aviso: Evitar viagens não essenciais ao Médio Oriente; registar-se em exteriors.ad.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Andorra mantém contacto constante com cerca de 30 nacionais e residentes retidos nos Emirados Árabes Unidos — principalmente em Dubai e Abu Dhabi — e no Qatar devido ao fecho do espaço aéreo provocado pelo conflito Israel-Irão, que entra agora no quinto dia de escalada. Todos estão reportados como seguros, maioritariamente em hotéis, com as autoridades dos Emirados Árabes Unidos a cobrir noites extras. Voos limitados foram retomados em companhias como a Emirates e a Flydubai, priorizando reservas recentes e grupos vulneráveis, enquanto o ministério coordena com os consulados espanhol e francês para possível repatriamento.

A ministra Imma Tor confirmou que o grupo inclui seis residentes em Dubai e dois em Israel, com comunicação diária via WhatsApp a instigar que permaneçam no local, sigam os alertas de segurança locais e aguardem instruções das companhias aéreas. As defesas aéreas dos Emirados Árabes Unidos intercetaram cerca de 200 mísseis balísticos e mais de 500 drones direcionados a alvos ligados aos EUA, com detritos das interceções a cair em edifícios como o hotel Fairmont e zonas próximas do Burj Al Arab, levando ao abrigo em espaços subterrâneos durante os bombardeamentos. Os residentes relatam um sentimento de segurança sob a proteção em "domo", com a vida normal a prosseguir apesar do fecho das escolas e dos mercados financeiros.

Pau Augé, advogado fiscal baseado em Dubai entre os seis residentes, descreveu explosões iniciais das interceções a abalarem edifícios, mas elogiou as autoridades calmas e as aparições públicas do Sheikh Mohammed bin Rashid. Ele juntou-se a um grupo WhatsApp do ministério que organiza deslocações para Abu Dhabi ou Omã para voos, mas planeia ficar salvo se as condições não piorarem gravemente. Um residente andorrano anónimo sentiu-se protegido apesar dos impactos de detritos, enquanto outro em Tel Aviv chamou o abrigo rotineiro de "intenso mas familiar". O agente de viagens Rémy Rousseau, retido em Maurícia após escala em Dubai, pondera voos diretos para Londres ou Paris. As agências reportam cancelamentos até 6 de março, reembolsos totais e realocações, com quatro clientes em listas de repatriamento para Barcelona.

Tor priorizou casos vulneráveis — famílias com menores, idosos e pessoas com necessidades médicas — para voos espanhóis esta semana, após o voo inicial de Madrid para Abu Dhabi não ter transportado andorranos. Não estão planeadas evacuações gerais por enquanto, mas as listas foram submetidas. O chefe do Governo Xavier Espot notou a ausência de urgência em repatriamento, ecoando apelos à desescalada. O ministério aconselha contra viagens não essenciais fora da Europa, rotas alternativas evitando a região, seguros abrangentes, registo em exteriors.ad e a linha de emergência +376 324 292. Residentes como Joan Comella defendem uma presença diplomática andorrana nos Emirados Árabes Unidos face à crescente emigração.

Autoridades dos Emirados Árabes Unidos transmitiram garantias a Tor, com o espaço aéreo a reabrir progressivamente. Andorra sublinha a diplomacia e o direito internacional em meio a ataques contínuos no Irão e no Líbano, alertando contra relatórios não verificados nas redes sociais.

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Fontes originais

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