Andorra defende políticas de habitação em meio ao destaque da desalojamento de mãe solteira
Governo insiste que ninguém fica sem apoio após alojamento temporário de mãe solteira, enfatizando ajuda personalizada e rejeitando.
Pontos-chave
- Governo afirma nunca deixar pessoas vulneráveis sem apoio, oferecendo ajuda financeira e personalizada.
- Mãe solteira desalojada legalmente em 2025 após venda do apartamento pelo senhorio para uso pessoal; qualificou-se para habitação acessível mas aguarda colocação.
- Atualmente no abrigo Arca d’Aixovall como medida temporária; caso divulgado nas redes sociais.
- Porta-voz insta a avaliar políticas no global, não por incidentes isolados.
O governo andorrano defendeu as suas políticas de habitação e bem-estar social após renovada atenção ao desalojamento de uma mãe solteira, insistindo que ninguém ficou nunca sem apoio após perder a casa.
O porta-voz do governo Guillem Casal abordou o caso numa conferência de imprensa após a reunião de quarta-feira do Conselho de Ministros. Enfatizou que o executivo trata estes assuntos com «a maior delicadeza» e evita discussões públicas sobre situações individuais, chamando-lhe «não o fórum ideal». Casal sublinhou a disponibilidade de uma gama de apoios sociais para pessoas vulneráveis, incluindo assistência financeira e apoio personalizado do ministério dos Assuntos Sociais. «O governo nunca deixou ninguém à margem», disse, acrescentando que os funcionários monitorizam casos como este e agem como sempre. Descreveu o alojamento atual da mãe no abrigo Arca d’Aixovall como uma solução temporária, sublinhando a «atenção personalizada» e o «serviço de topo» de Andorra.
A mãe solteira, que tem filhos a seu cargo, alugou um apartamento em 2022 por 650 € por mês. Meses depois, o imóvel foi vendido e o novo proprietário — um particular — precisou dele para uso pessoal, a única base legal para terminar o arrendamento. Candidatou-se então a habitação acessível através do Institut Nacional de l’Habitatge, qualificando-se como família monoparental e recebendo uma decisão positiva. Apesar disso, no final de 2025, ainda não tinha opção de habitação permanente e queixou-se publicamente: «Estamos quase no fim de 2025 e ainda não tenho onde viver».
O caso ganhou visibilidade através de publicações nas redes sociais da Coordinadora per un Habitatge Digne a Andorra. Casal notou que ainda não há dados finais de desalojamentos para 2025, instando a avaliar as políticas sociais numa perspetiva global em vez de incidentes específicos destacados pelos media. O governo reafirmou o seu compromisso em proteger quem precisa e em permanecer atento a situações que exijam apoio institucional.
Fontes originais
Este artigo foi agregado a partir das seguintes fontes em catalao:
- El Periòdic•
Quan el relat institucional no arriba a la realitat de l’habitatge
- Diari d'Andorra•
Casal defensa que Govern "no ha deixat mai ningú al marge" en relació al cas de la mare desnonada
- El Periòdic•
Casal respon pel cas de la mare soltera desnonada: “Ningú s’ha quedat mai al carrer després d’un desnonament”