Ministra do Interior do Andorra Nega Existência de 'Hotéis Pastera' Após Inspeções
Ester Molné descarta hotéis ilegais com quartos superlotados para autorizações de residência, atribuindo problemas a moradas temporárias de recém-chegados.
Pontos-chave
- Inspeções a hotéis visados não encontraram operações pastera nem superlotação para autorizações.
- Rumores causaram alarme desnecessário; problemas devidos a moradas temporárias em hotéis não atualizadas.
- Recém-chegados falham frequentemente em notificar a Imigração após mudarem para habitação permanente.
- Casos isolados de imigração irregular resolvidos por regularização ou deportação.
A Ministra do Interior do Andorra, Ester Molné, descartou a existência de supostos 'hotéis pastera', após verificações policiais motivadas por preocupações públicas sobre alojamentos usados para obter autorizações de residência.
Em entrevista ao programa *Parlem-ne* da Diari TV, Molné abordou rumores de que certos hotéis albergavam quatro ou cinco pessoas por quarto para ajudar requerentes a obter documentos de imigração. Enfatizou que tais relatos criaram alarme social desnecessário, nem sempre correspondendo à realidade, e defendeu dados objetivos das inspeções para tranquilizar a população.
As verificações, realizadas em conjunto com o Departamento de Imigração, visaram hotéis frequentemente indicados como moradas em pedidos de residência. Os funcionários tiveram de confirmar o cumprimento do requisito de domicílio válido nos pedidos. As inspeções não detetaram evidências de operações pastera — hotéis ilegalmente superlotados com residentes para explorar regras de residência.
Em vez disso, explicou Molné, o problema resultava de recém-chegados usarem hotéis como moradas temporárias enquanto procuravam habitação permanente. Muitos não atualizavam os seus dados junto da Imigração após saírem, deixando os hotéis listados como residência apesar de os ocupantes terem partido.
'Não foram encontrados hotéis pastera durante os controlos', insistiu Molné.
As revisões detetaram casos isolados de imigração irregular. Nessas situações, as autoridades tratam os assuntos individualmente: os visados são convidados a regularizar o estatuto ou a sair do país. Se a regularização for impossível, devem partir, em conformidade com a lei.
Fontes originais
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