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Politica·

Andorra nomeia 8 guardas prisionais em meio a contestação legal

Oito suboficiais receberam nomeações retroativas no centro penitenciário de Andorra apesar de recurso pendente sobre exame.

Sintetizado a partir de:
Altaveu

Pontos-chave

  • Suboficiais de exame competitivo começaram a trabalhar cedo sem aprovação devido a faltas de pessoal, agora nomeados retroativamente.
  • Recurso apresentado a meio de dezembro contesta questões confusas do exame; resposta do Governo devida a meio de fevereiro.
  • Ministério insiste que processo seguiu regras com orçamento e experiência; fontes contestam falta de formação/tutores.
  • Suboficiais desempenharam plenas funções durante 40 dias sem aprovação, risco de anulação se recurso tiver sucesso.

Oito suboficiais no centro penitenciário de Andorra receberam nomeações formais na passada quarta-feira, com efeitos retroativos para cobrir os seus deveres desde 1 de janeiro, apesar de uma contestação legal em curso ao processo de seleção e de desacordos sobre se receberam formação ou supervisão adequadas.

Os suboficiais resultaram de um exame competitivo no último trimestre do ano passado. Estavam inicialmente agendados para começar a 1 de março, pendente a alocação orçamental, mas iniciaram funções imediatamente devido a faltas de pessoal — inicialmente sem nomeação oficial. O Ministério do Interior, liderado por Ester Molné, confirmou as aprovações na sexta-feira através de um documento enviado aos suboficiais. O documento indicou que as nomeações se aplicariam retroativamente, como em casos anteriores, e alertou para o recurso pendente apresentado a meio de dezembro por um candidato que contestou quatro ou cinco questões confusas do exame. O Governo tem até meados de fevereiro para responder, mas ainda não o fez.

O ministério insiste que o processo seguiu as regras, incluindo provisões orçamentais adequadas no final do ano e acompanhamento suficiente. Três dos suboficiais tinham anteriormente desempenhado as funções através de suplementos de responsabilidade acrescida, proporcionando experiência. No entanto, fontes penitenciárias contestam isto, alegando que não foram fornecidos tutores ou formação formal. Um potencial mentor — um agente que anteriormente desempenhou as funções através de suplemento mas não conseguiu um lugar permanente no exame — recusou formar os novos suboficiais, considerando-o ilógico.

Durante cerca de 40 dias, os oito assinaram documentos e assumiram plenas responsabilidades no centro sem aprovação do Conselho de Ministros, em risco de anulação total do processo caso o recurso tenha sucesso. O ministério mantém que a contestação visa apenas o exame, não o subsequente destacamento.

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