Voltar ao inicio
Politica·

Consultor andorrano Segarra provoca controvérsia nas eleições peruanas por trabalho com visto de turista

Jordi Segarra, contratado pelo candidato de esquerda Alfonso López Chau, enfrenta escrutínio por trabalhar com visto de turista no meio da corrida presidencial peruana de 12 de abril.

Sintetizado a partir de:
Diari d'Andorra

Pontos-chave

  • Segarra ligado a López Chau do Ahora Nación apesar de visto de turista proibir trabalho remunerado.
  • Indicou endereço não utilizado em Lima; serviços estimados em 80 mil dólares/mês com financiamento não divulgado.
  • Criticado por Víctor Andrés García Belaunde sobre credenciais e financiamento.
  • Ligações passadas ao MORENA do México; sem resposta da campanha ou investigação oficial anunciada.

O consultor político andorrano Jordi Segarra continua no centro da controvérsia na campanha das eleições presidenciais do Peru, com relatos que o ligam ao candidato de esquerda Alfonso López Chau, do partido Ahora Nación, apesar da sua entrada no país com visto de turista que proíbe trabalho remunerado.

A comunicação social local, citando registos de migração, relata que Segarra indicou um endereço num edifício em Miraflores, em Lima, mas parece nunca o ter utilizado. As eleições estão marcadas para 12 de abril. Nem López Chau nem o porta-voz Carlo Magno Salcedo confirmaram qualquer contrato com Segarra ou revelaram fontes potenciais de financiamento para os seus serviços, estimados por alguns relatos em até 80 mil dólares por mês.

O acordo provocou críticas de figuras políticas peruanas, incluindo o ex-deputado Víctor Andrés García Belaunde, que questionou as credenciais profissionais de Segarra e como seria financiada uma consultoria de custo tão elevado.

Segarra tem histórico de aconselhamento em campanhas eleitorais e ligações a projetos associados ao partido MORENA do México, fundado pelo ex-presidente Andrés Manuel López Obrador.

Os media peruanos continuam a examinar a situação quanto a possíveis violações de visto, mas Segarra e a campanha não emitiram qualquer resposta pública. Não foi anunciada nenhuma investigação formal pelas autoridades.

Partilhar o artigo via