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Politica·

Negociações da coligação à direita dos Demòcrates param à medida que CC apoia David Baró; Demòcrates aproximam-se de Ladislau Baró

As negociações para unir partidos à direita dos Demòcrates avançam lentamente em meio a disputas de liderança, cisões partidárias e realinhamentos estratégicos.

Sintetizado a partir de:
ARA

Pontos-chave

  • Ciutadans Compromesos favorece agora David Baró em vez de Carles Naudí como líder da coligação em perspetiva.
  • CC resiste a incluir certas figuras antigas da Acció após a fusão Acció–Liberal, complicando listas e papéis.
  • Unió Laurediana está quase inativa após maus resultados locais; cisões internas e movimentos para Concòrdia dificultam a reconstrução.
  • Virtus está afastada e sem líder, forçada a escolher entre coligação de direita ou alinhamento com Demòcrates; Demòcrates veem Ladislau Baró favoravelmente para chefe de Governo.

Uma coligação conservadora em formação para unir partidos à direita dos Demòcrates avança lentamente, e fontes internas relatam cinco desenvolvimentos recentes que moldam as negociações.

Primeiro, parte dos Ciutadans Compromesos (CC) favorece agora o antigo cônsul de La Massana, David Baró, como líder do projeto, substituindo Carles Naudí como o candidato preferido anteriormente. O CC argumenta que, como a maior força na coligação em perspetiva, deve fornecer o candidato líder.

Segundo, o CC tem reservas quanto ao papel de membros da Acció, agora fundida com os liberais na Acció Liberal. Alguns no CC mostram relutância em fazer política ao lado de certas figuras da antiga cisão liberal, o que complica as conversas sobre listas de candidatos e responsabilidades.

Terceiro, os esforços para chegar a um acordo com a Unió Laurediana enfrentam grandes dificuldades. Líderes dessa formação reconhecem que o partido está quase inativo após os reveses nas últimas eleições locais terem danificado severamente o projeto. Josep Majoral e o Pintat já não estão alinhados de perto, partes do partido mudaram o apoio para a Concòrdia e a reconstrução da organização parece difícil.

Quarto, o grupo Virtus está atualmente desestabilizado. Após quase dois anos de reuniões e construção gradual do partido, a realidade do panorama político mais amplo deixou-os na margem. Apresentar uma lista em solitário é visto como irrealista: com a coligação conservadora emergente e Carine Montaner a atrair o voto conservador, há pouco espaço para a Virtus ganhar uma quota significativa. Fontes atribuem isto ao progresso lento e à incapacidade de se decidir por um líder. A Virtus enfrenta uma escolha entre juntar-se a uma coligação de tendência direitista ou alinhar-se com os Demòcrates; Ladislau Baró é visto como um encaixe natural para a liderança da Virtus, mas juntar-se aos Demòcrates poderia diluir a Virtus e dificultar o acesso a eleitores descontentes com o centrismo percebido dos Demòcrates.

Quinto, e mais positivo para as perspetivas da coligação, os Demòcrates receberam calorosamente Ladislau Baró como potencial candidato a chefe de Governo. A sua afinidade percebida com o partido e representação da sua ala conservadora — sem ocupar uma posição extremada — significa que a sua liderança facilitaria provavelmente a negociação de listas territoriais comuns. Fontes dizem que candidatos alternativos tornariam as negociações mais complicadas.

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Fontes originais

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