Pessoal da administração central sobe 3,4% para 2868 com aumento da folha e dos salários
No final de 2024, a administração central empregava 2868 pessoas (mais 95), com as mulheres a representarem 58,6% do pessoal.
Pontos-chave
- Pessoal total 2868 em 2024, +3,4%; ensino 35,9% e corpo geral 35,5%
- Mulheres 58,6% no global; forte desequilíbrio por corpo (ex.: ensino 79,8% feminino; bombeiros 97,5% masculino)
- Funcionários de carreira 75,1% (2155); interinos 20,9% (600) — um em cada cinco postos interino
- Folha total 117,08 milhões € (+8,8%); salário anual médio 40 821 € (+5,2%); formação 729 872 € (+11%)
No final de 2024, a administração central empregava 2868 pessoas, mais 95 (3,4%) do que no ano anterior. O corpo docente representava 35,9% da força de trabalho e o corpo geral 35,5%.
As mulheres representavam 58,6% do pessoal (1681) e os homens 41,4% (1187), embora o equilíbrio de género varie acentuadamente por corpo. O corpo de banders é integralmente masculino; os bombeiros eram 97,5% homens, a polícia 90,4%, o pessoal penitenciário 87,3% e os alfândegas 81,3%. Pelo contrário, o ensino era 79,8% feminino, a justiça 78,3%, o corpo diplomático 66,7% e o corpo geral 61,6% feminino.
Por escalão etário, 75,3% dos funcionários tinham entre 25 e 54 anos (2160), um aumento de 2,3% em relação ao ano anterior. O grupo dos 55–64 anos contava 612 pessoas (21,3%), mais 7,4%, enquanto o escalão dos 18–24 anos aumentou de 67 para 74.
Os dados de nacionalidade mostram que 80,0% possuíam cidadania andorrana (2294), 16,9% eram espanhóis (485), 1,2% franceses (35), 0,8% portugueses (23) e 1,1% de outras nacionalidades (31).
Os funcionários de carreira continuaram a ser a maioria, com 2155 pessoas (75,1%); o pessoal interino aumentou 10,7% para 600 (20,9% do total) e 113 funcionários (3,9%) estavam em outros regimes — um grupo que inclui nomeados políticos, embaixadores, magistrados, prefeitos, procuradores e pessoal de relações especiais. Entre os interinos, 370 serviam na educação, 213 na administração geral, 13 na justiça e 4 no corpo diplomático; os interinos eram 422 mulheres e 178 homens, e a maioria (cerca de 497) tinha 25–54 anos. No global, um em cada cinco postos da administração central era ocupado em regime interino.
A folha de salários total para 2024 ascendeu a 117,08 milhões de euros, um aumento de 8,8% face a 2023. O salário anual médio foi de 40 821 euros (aumento de 5,2%); proratizando o 13.º salário por 12 meses, o salário mensal médio é de cerca de 3401 euros. Os corpos especializados ganham substancialmente mais do que o pessoal docente e geral. O salário anual médio por categoria incluía: «outros» (que inclui o chefe do governo, secretários de Estado, embaixadores e prefeitos) 72 416 euros; diplomático 59 392 euros; polícia 52 319 euros; bombeiros 51 922 euros; pessoal penitenciário 50 626 euros; alfândegas 42 886 euros. Pelo contrário, o ensino tinha uma média de 35 420 euros e o corpo geral 37 342 euros.
A despesa com formação de pessoal subiu cerca de 11% para 729 872 euros. A administração realizou 621 cursos em 2024, com cerca de 6210 presenças, a maioria em formação técnica organizada pela administração.
Fontes originais
Este artigo foi agregado a partir das seguintes fontes em catalao:
- Diari d'Andorra•
L’administració central tenia un 20% d’interins a final del 2024
- Diari d'Andorra•
Els docents són el cos que menys cobra amb 2.900 euros de mitjana
- Altaveu•
El nombre de funcionaris s'incrementa prop d'un centenar i la massa salarial total creix un 8,8%
- ARA•
Els policies cobren de mitjana 4.359 euros, els bombers 4.325 i els penitenciaris 4.218
- Diari d'Andorra•
Els funcionaris cobren 3.401 euros de mitjana
- ARA•
Els funcionaris cobren 3.401 euros mensuals de mitjana i gairebé 41.000 a l'any
- El Periòdic•
El nombre de funcionaris del país s’incrementa prop d’un centenar i la massa salarial total creix un 8,8%
- ARA•
Prop de cent funcionaris més en un any