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Politica·

Trump Revive Empurrão para Aquisição da Gronelândia e Provoca Cimeira de Emergência da UE

Presidente dos EUA Donald Trump exige controlo da Gronelândia por razões de segurança, provocando ameaças de retaliação da UE e uma cimeira em Bruxelas em meio a tarifas.

Sintetizado a partir de:
Diari d'Andorra

Pontos-chave

  • Trump afirma que Gronelândia é essencial para a segurança, diz a Macron 'Temos de a ter' pois Dinamarca não a pode defender.
  • Macron sugere G7 em Paris com conversas à margem sobre Ucrânia, Dinamarca, Síria, Rússia.
  • UE convoca cimeira de emergência em Bruxelas quinta-feira sobre ameaças de tarifas de Trump ligadas à Gronelândia.
  • UE prepara contramedidas de 93 mil milhões de euros mas prioriza diplomacia contra renovado empurrão de compra.

O Presidente dos EUA Donald Trump reacendeu as tensões sobre a Gronelândia, anunciando planos para uma reunião em Davos para abordar a questão em meio a relações tensas com a União Europeia.

Em publicações na sua plataforma Truth Social, Trump partilhou trocas com o Presidente francês Emmanuel Macron e o Secretário-Geral da NATO Mark Rutte. Macron expressou confusão, perguntando: «Não percebo o que estás a fazer com a Gronelândia.» Trump contrapôs que a ilha é «fundamental para a segurança nacional e global» e insistiu: «Temos de a ter», alegando que a Dinamarca não a pode defender adequadamente.

Trump revelou também uma sugestão de Macron para acolher uma cimeira do G7 em Paris, possivelmente incluindo ucranianos, dinamarqueses, sírios e russos à margem. O anúncio levou a UE a convocar uma cimeira de emergência em Bruxelas na quinta-feira para responder às ameaças de Trump de novas tarifas caso não haja progresso na sua proposta para a Gronelândia.

Responsáveis da UE em Bruxelas avisaram que estão prontos para retaliar, priorizando soluções diplomáticas. Os 27 Estados-membros do bloco consideram contramedidas no valor de 93 mil milhões de euros.

O renovado empurrão de Trump revive uma controvérsia que ele desencadeou pela primeira vez no seu mandato anterior, quando expressou interesse em comprar a Gronelândia à Dinamarca, provocando forte reação de Copenhaga e parceiros europeus. A Dinamarca mantém firme controlo sobre a defesa e os assuntos externos do território ártico, enquanto o governo local da Gronelândia rejeitou repetidamente qualquer venda.

Não surgiram mais detalhes sobre a agenda ou participantes da reunião de Davos, e os líderes da UE ainda não comentaram publicamente os últimos desenvolvimentos.

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Fontes originais

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