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Politica·

Unió Sindical d’Andorra acusa Governo de ignorar funcionários civis reformados

Unió Sindical d’Andorra critica Ministro do Interior e ministério pelo silêncio administrativo, discriminação e exigências de pensões por resolver apesar de tudo.

Sintetizado a partir de:
Diari d'AndorraARABon DiaAltaveuEl Periòdic

Pontos-chave

  • Acusa o Ministro do Interior Marc Rossell Soler e o Secretário Marc Cornella de ignorar pedidos.
  • Critica a exclusão de reformados dos suplementos de produtividade, criando desigualdades geracionais.
  • Revisões de pensões para 2015-2023 atrasadas sem prazos ou compromissos.
  • Exige respostas formais, prazos e ações para resolver queixas.

A Unió Sindical d’Andorra (USdA) acusou o Governo de silêncio administrativo e discriminação contra os funcionários civis reformados, apontando o Ministro do Interior Marc Rossell Soler e o Secretário de Estado Marc Cornella por não responderem a pedidos legítimos apesar de reuniões formais e submissões escritas ao ministério da Administração Pública e Transformação Digital.

Num comunicado emitido na segunda-feira, o sindicato descreveu este padrão como uma «preocupante falta de respeito institucional» para com os trabalhadores públicos que dedicaram décadas ao serviço do Estado. Enfatizou que muitas exigências permanecem por resolver, com o ministério a oferecer apenas anúncios genéricos, atrasos relacionados com o orçamento e nenhuma solução concreta – uma abordagem considerada inaceitável numa administração comprometida com a transparência.

A política governamental confirma aumentos salariais para reformados obrigatórios a partir de 2025 e voluntários até outubro desse ano, com base nos níveis de grelha das funções anteriores e limitados a 10%. A USdA alertou que isto pode criar novas desigualdades, apontando casos específicos documentados que não receberam resposta. Destacou também a exclusão de todos os reformados dos suplementos de produtividade, disponíveis apenas para o pessoal ativo, deixando os reformados de 2024 totalmente sem esses benefícios e agravando as divisões entre gerações de funcionários públicos.

Nas revisões de pensões para 2015-2023, os responsáveis relataram apenas a adjudicação de um concurso para estudos de administração pública, sem prazos, detalhes de custos ou compromissos firmes apesar de anos de atrasos que prejudicam as finanças dos reformados. O sindicato criticou ainda a lenta implementação de ajustes aprovados ligados à inflação pelo IPC, agora adiados para a folha de março, como prova de ineficiência burocrática.

A USdA exigiu respostas formais, respeito institucional e ações direcionadas com prazos claros para remediar estas queixas acumuladas. Comprometeu-se a continuar a defender os direitos dos trabalhadores públicos e reformados contra a discriminação e as deficiências administrativas.

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