Serviços de Saúde Mental da Andorra Reduzem Listas de Espera para 1,5 Meses Após Mudança de Instalações
Mudança para o edifício Ròdol aumenta capacidade, regista 7500 consultas em três meses e corta tempos de espera de quatro meses, face ao aumento da procura infantil.
Pontos-chave
- Tempos de espera caíram de 4 meses para 1,5 meses após mudança para o edifício Ròdol.
- 7500 consultas nos primeiros 3 meses, aumento na procura de serviços para crianças/jovens.
- Equipa de 50 funcionários liderada por Joan Soler; serviço agora devidamente dimensionado.
- Problemas internos passados esclarecidos; 54% de participação no inquérito ao pessoal no evento de Natal.
Meritxell Cosan, diretora geral do Servei Andorrà d'Atenció Sanitària (SAAS), reportou melhorias significativas nos serviços de saúde mental após a relocalização das consultas externas para novas instalações no edifício Ròdol.
A mudança proporcionou mais espaço e circuitos separados para utentes e funcionários, permitindo rever os horários de marcação. Isso levou a um aumento das primeiras consultas e a uma forte redução das listas de espera, explicou Cosan numa entrevista ao programa *Parlem-ne* da Diari TV. Os tempos de espera para marcações caíram de quatro meses para cerca de um mês e meio, embora ela tenha notado que podem ainda ocorrer exceções.
Nos primeiros três meses desde a abertura das instalações — que celebraram o seu aniversário há dias —, foram realizadas cerca de 7500 consultas. A procura aumentou particularmente nos serviços para crianças e jovens. A administração hospitalar considera agora o serviço devidamente dimensionado, graças a três anos de investimento substancial em infraestruturas e finanças.
A equipa, liderada por Joan Soler nos últimos seis meses, é composta por cerca de 50 funcionários, incluindo psiquiatras, psicólogos, enfermeiros e técnicos auxiliares de cuidados.
Cosan abordou problemas internos passados durante os mandatos dos anteriores líderes Carles Mur e um chefe de enfermagem que foi posteriormente despedido. Esclareceu que estes não refletiam os resultados de um inquérito ao clima laboral no início do ano, publicado no verão, apesar de reportagens de imprensa subsequentes sugerirem o contrário. A participação atingiu um aceitável 54%, embora Cosan desejasse maior envolvimento. Alguns departamentos não tiveram respostas suficientes para tirar conclusões, mas os serviços de saúde mental atingiram o limiar.
Numa recente reunião de Natal, exortou o pessoal a participar plenamente em futuros inquéritos para dados mais fiáveis, cumprindo uma reivindicação de longa data enquanto expressava surpresa pelo nível de participação.
Fontes originais
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