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Ordino Impulsiona Parceria Público-Privada para o Primeiro Centro Socio-Sanitário

Governo local visa lançar a primeira pedra antes do fim do mandato em 2027, preferindo modelo sem fins lucrativos em terreno público para responder à elevada procura em todo o país.

Sintetizado a partir de:
Altaveu

Pontos-chave

  • Vice-presidente da câmara sublinha urgência para lançar primeira pedra antes de 2027.
  • Concurso público quase concluído; prefere fundação sem fins lucrativos para maior acessibilidade.
  • Dois terrenos públicos avaliados: menor em Ordino, maior em La Cortinada para expansões.
  • Segue anos de discussões e polémicas na coligação; interesse de investidores confirmado.

O governo local de Ordino está a impulsionar uma parceria público-privada para avançar com a construção do primeiro centro socio-sanitário da paróquia, com o objetivo de lançar a primeira pedra antes do fim do atual mandato, em 2027.

A vice-presidente da câmara, Eduard Betriu, enfatizou a urgência do projeto, afirmando que a paróquia e o Ministério dos Assuntos Sociais continuam a priorizá-lo como uma necessidade essencial. «Espero que este ano, de uma forma ou de outra, o projeto tome forma. Não podemos acabar este mandato sem lançar a primeira pedra do centro socio-sanitário», declarou ele ao *Altaveu*.

Embora o concurso público para a construção e gestão do equipamento por um operador privado esteja quase concluído, Betriu indicou uma preferência por uma maior implicação pública. A paróquia procura um modelo de colaboração com uma fundação sem fins lucrativos para investir sem objetivos comerciais, o que poderia tornar os lugares mais acessíveis face à elevada procura não só em Ordino e nos vales do norte, mas em todo o Andorra.

Estão em consideração dois terrenos do governo provenientes da herança da Casa Rossell: um lote mais pequeno mais próximo da aldeia de Ordino, e um maior em La Cortinada que poderia acomodar expansões como unidades de residência assistida ou um centro de dia. A posse direta do terreno deve ajudar a reduzir os custos de construção, notou Betriu, enquanto os responsáveis finalizam a avaliação.

A iniciativa surge após anos de discussão e polémicas passadas que até dividiram a coligação governante da paróquia. Os atuais líderes, em coordenação com o governo central, esperam lançar o concurso em breve, formalizar o projeto através de uma parceria sem fins lucrativos se viável, e garantir progressos visíveis até 2027 para o levar ao próximo mandato. Betriu confirmou interesse de potenciais investidores do setor social, mas reteve detalhes até à finalização dos acordos.

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