Senador francês questiona atraso na ratificação do acordo de saúde com Andorra
Jean Sol pressiona o ministro dos Negócios Estrangeiros francês sobre o calendário para aprovação parlamentar do acordo transfronteiriço de cuidados médicos de 2023 com Andorra.
Pontos-chave
- Acordo assinado a 17 de março de 2023 requer ratificação parlamentar francesa para cuidados de saúde transfronteiriços com Andorra.
- Modelado no acordo França-Espanha de 2008 para tratamento contínuo de pacientes e mobilidade profissional.
- Interpelação do senador Sol destaca atrasos de mais de dois anos, bloqueando implementação dada a dependência de Andorra de hospitais franceses como Perpignan e Toulouse.
- Sem resposta pública das autoridades francesas sobre o calendário de ratificação.
O senador francês Jean Sol questionou formalmente o Ministro dos Negócios Estrangeiros e Europeus de França sobre o calendário previsto para a ratificação parlamentar de um acordo de cooperação transfronteiriça em matéria de saúde com Andorra.
Assinado a 17 de março de 2023 pelo Governo francês e pelo executivo de Andorra, o acordo-quadro requer aprovação parlamentar francesa para criar uma estrutura legal completa para a colaboração médica entre os dois países. Inspirado num acordo semelhante entre França e Espanha em vigor desde 2008, visa eliminar obstáculos fronteiriços aos cuidados aos pacientes, permitindo a continuidade fluida dos tratamentos e a mobilidade dos profissionais de saúde através da fronteira.
Na sua interpelação, Sol perguntou especificamente quando o Governo pretende incluir o texto no calendário de ratificação parlamentar, um passo essencial para a implementação prática da cooperação. A questão destaca os atrasos em curso, uma vez que o acordo ainda não recebeu o aval legislativo francês mais de dois anos após a assinatura.
O acordo responde a necessidades regionais, dado a dependência de Andorra de instalações francesas próximas, como as de Perpignan e Toulouse. Sem ratificação, as suas medidas permanecem paralisadas, limitando os benefícios para pacientes e profissionais nas zonas fronteiriças. As autoridades francesas não emitiram ainda uma resposta pública ao pedido de Sol.
Fontes originais
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