Orçamento do Setor Público de Andorra para 2026 atinge 2089,1M€, sobe 8,7%
Departamento de Estatística de Andorra reporta orçamentos equilibrados para 2026 em 2089,1 milhões de euros. Sem itens financeiros, despesas crescem 9,6% para 1990,3M€ e receitas sobem 9,3%. Crescimento foca administrações públicas apesar de quebras em empresas.
Pontos-chave
- Despesas e receitas totais atingem 2089,1M€, +8,7% e +8,5% face ao ano anterior.
- Administrações públicas lideram com 1803,4M€ em despesas (+13,4%) e crescimento idêntico em receitas.
- Governo central sobe 17,1% para 808,6M€; Segurança Social +11,1%.
- Empresas públicas não financeiras caem 13,2% para 278,2M€ no total.
O orçamento do setor público para 2026 totaliza 2089,1 milhões de euros tanto em despesa como em receita, registando um aumento de 8,7% nas despesas e de 8,5% nos proveitos face ao ano anterior.
Dados divulgados na segunda-feira pelo Departamento de Estatística de Andorra mostram que as despesas agregadas atingem este valor, com os proveitos a coincidir exatamente. Excluindo ativos e passivos financeiros, as despesas sobem para 1990,3 milhões de euros — um ganho de 9,6% — enquanto os proveitos chegam a 1887,4 milhões de euros, um aumento de 9,3%.
As administrações públicas representam a maior fatia, com despesas de 1803,4 milhões de euros (13,4% mais altas do que no ano anterior) e proveitos também a subir 13,1%. Sem operações financeiras, isto desce para 1715,6 milhões de euros em despesas (aumentou 11,3%) e 1661,5 milhões de euros em proveitos (aumentou 10,7%).
No âmbito das administrações públicas, o governo central regista o maior crescimento, com 808,6 milhões de euros em despesas, um aumento de 17,1%. Os orçamentos da administração local crescem para 257 milhões de euros (+9,7%), e os fundos da Segurança Social atingem 542,2 milhões de euros (+11,1%). As instituições sem fins lucrativos registam 162,2 milhões de euros (+11,5%), e as empresas públicas não de mercado 33,5 milhões de euros (+3,1%), com tendências de proveitos alinhadas.
As empresas públicas não financeiras mostram um contraste, com despesas e proveitos agregados de 278,2 milhões de euros, uma descida de 13,2%. Excluindo itens financeiros, as despesas mantêm-se em 267,5 milhões de euros, enquanto os proveitos sobem ligeiramente para 218,5 milhões de euros (+1,6%).
As instituições financeiras enfrentam a maior queda, com orçamentos de 7,4 milhões de euros tanto em despesas como em proveitos — uma descida de 29,3% —, embora as despesas não financeiras subam 4%.
Os números indicam um crescimento generalizado nas contas públicas para 2026, impulsionado principalmente pelas expansões nas administrações públicas e na Segurança Social.
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